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Mais uma exibição gris dos dragões ante um Gil Vicente que venceu com justiça, ao ser cirúrgico a defender e eficaz a atacar
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O desaire na Choupana levou Vítor Bruno a promover mudanças profundas. Se a lesão de Martim guiou João Mário à titularidade, Vasco Sousa, Franco, Mora e Pepê – que nem foi convocado – cederam os lugares a Moura – com Galeno a regressar a extremo –, Nico, Fábio Vieira e Namaso, utilizado no apoio a Samu. O FC Porto, a partir de uma estrutura em 4x2x3x1, colocava, em momento ofensivo, 6/7 jogadores no último terço, patenteando, desde o início, a vontade de perscrutar os três corredores para chegar a zonas de finalização. Já o Gil Vicente, que também partia de um 4x2x3x1, defendia em 5x4x1, ao colocar Gbane entre os centrais, e procurava, face à pressão alta do rival, ser belicoso no assalto à profundidade através de Pablo.
Nos últimos cinco jogos para a Liga, os dragões abriram o marcador no início da 2.ª parte em três
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