A crónica do Roma-FC Porto, 3-2: um vermelho fatal matou o dragão
Génio de Dybala levantou problemas graves, mas a expulsão de Eustáquio afastou portistas do jogo
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Afinal, a noite romana do FC Porto foi para esquecer. Começou bem, alimentou a ilusão dos adeptos, mas a viagem que parecia segura transformou-se num verdadeiro pesadelo, com dois episódios marcantes a ditarem mudanças radicais: primeiro o despertar do genial Dybala (no último quarto de hora do primeiro tempo), segundo o hara-kiri de Eustáquio, que não resistiu à picardia, agrediu Paredes e deixou a equipa com menos uma unidade aos 51 minutos, ou seja, com a segunda parte quase toda pela frente. A emoção da história acabou nesse instante: a Roma tornou-se potência vigente e os portistas perderam a possibilidade de discutir o jogo com as mesmas armas. Final ingrato para quem ameaçou lutar pela vitória, mas cujas ambições morreram no vermelho fatal de Eustáquio.