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Incluído no restrito lote de eleitos que ganhou força após a vitória em Donetsk...
A alta rotatividade imposta no plantel parece ter os dias contados. Depois de Donetsk, Vítor Pereira agarrou-se a um grupo mais restrito de jogadores e o onze portista não mais viveu de revoluções de monta. Na crista da onda desta continuidade está, somente, um dos reforços desta temporada. Djalma, pois claro. E o angolano até pode vingar onde outras caras novas deste Dragão falharam pelas mais variadas razões... que o digam Kléber, Mangala e Defour.
Djalma Braume Manuel Abel Campos, nascido há 24 anos em Luanda, teve, enfim, as oportunidades pelas quais se mostrou disposto a esperar. Após ter sido consecutivamente votado a poucos minutos como suplente utilizado no arranque da época – o maior período de tempo no qual pisou a relva aconteceu aquando da receção ao Shakhtar Donestk, na 1.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, no qual completou 21 minutos –, foi pela primeira vez titular com a camisola azul e branca a 15 de outubro. Jogou 65 minutos frente ao Pêro Pinheiro, a contar para a Taça de Portugal, e até marcou dois golos, mas acabou por ser preterido nos compromissos seguintes, voltando inesperadamente na viagem à Ucrânia, em finais de novembro.
Leia este artigo na íntegra na edição impressa de Record desta quarta-feira.
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