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Adélia Moreira admitiu a possibilidade dos trabalhos continuarem também no domingo
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Adélia Moreira, advogada de José Pereira, o segundo arguido a ser ouvido esta sexta-feira no âmbito da Operação Pretoriano, falou aos jornalistas à saída do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, confirmando que o seu cliente já foi ouvido e sublinhando a preocupação do juiz em terminar concluir o processo de interrogatórios com a maior brevidade possível.
"O meu cliente já foi ouvido. Está neste momento a ser ouvido outro arguido [Vítor Bruno] e ainda vai ser ouvido outro hoje [Fernando Saul]. Os restantes ficarão para amanhã", começou por dizer, antes de continuar: "O que posso adiantar é que o Sr. Juiz tem manifestado muita preocupação em tentar fazer os interrogatórios o mais rápido possível, está preocupado com o tempo que estas pessoas estão detidas e quer dar uma solução final, seja ela qual for, no menor tempo possível. Por isso, disse-nos para estarmos alertas todo o fim de semana. O Sr. Juiz ontem tinha dito que o timing dele, no máximo, seria segunda-feira [para as medidas de coação], mas ontem não nos falou em domingo e hoje já diz para estarmos alerta todo o fim de semana. A preocupação é que seja o mais rápido possível."
Ainda assim, a advogada admite que é difícil antecipar prazos nesta fase. "Quando nos chamarem outra vez será para conhecermos a promoção do Ministério Público, o que pode ser amanhã ou no domingo. Amanhã, com o andamento dos interrogatórios, vamos começar a ter uma perceção de quando será a decisão do Sr. Juiz, que penso que será no máximo na segunda-feira. Não sei se vai conseguir, porque são vários arguidos para ouvir e não sabemos quanto vão demorar", explicou.
Em relação ao seu cliente, Adélia Moreira revelou que o interrogatório de José Pereira durou cerca de uma hora, já depois de confirmar que este "mostrou desde o início interesse em prestar declarações". "Esclareceu tudo o que o tribunal pretendia e são só factos relacionados com a Assembleia Geral do FC Porto", frisou, antes de terminar: "Não tenho nenhuma expectativa, estou só à espera. O que sei é que o meu cliente respondeu a todas as perguntas e estará ser essa a atitude de todos. Qualquer advogado espera que o cliente possa ser libertado após as medidas de coação, mas tudo depende da perspetiva do tribunal e das necessidades que haverá nesta situação."
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