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O brasileiro, tal como da primeira vez, por Fernando Santos, continua a não aceitar as razões da dispensa: “Não tive oportunidades e por isso não pude mostrar o meu trabalho. Acho que tenho condições para fazer parte deste plantel”
ALESSANDRO (des)espera pelo resultado das negociações entre o FC Porto e o Cruzeiro de Belo Horizonte para a sua transferência. Desde a semana passada a treinar-se com a equipa B por ordens do técnico Octávio Machado, que também não o inscreveu na lista de jogadores para a UEFA, o avançado confessou ontem que já não acredita em oportunidades nas Antas.
Alessandro regressou esta época, depois da boa temporada transacta no Cruzeiro, por empréstimo. Cumpriu o estágio de Clairefontaine, voltou a dar boas indicações, mas não convenceu totalmente Octávio Machado. A decisão é clara: dispensável. O Cruzeiro pretende voltar a contar com o jogador, mas tem concorrência, e falta acertar os termos da transferência. Foi isto exactamente que o FC Porto admitiu anteontem.
A saída de Alessandro é certa, mas seja a título definitivo ou por cedência o dinheiro que o Cruzeiro oferece ainda não convenceu os dragões. Os brasileiros vivem dificuldades financeiras e isso representa um grande problema, tanto mais que a saída a título definitivo custará cerca 2,5 milhões de euros (meio milhão de contos) pelas exigências portistas.
“Aguardo com tranquilidade a resolução da minha situação, pois há vários clubes interessados. Mas é ponto assente que quero sair a título definitivo”, admite Alessandro, confessando a sua tristeza pelo insucesso nas Antas: “Não tive oportunidades e por isso não pude mostrar o meu trabalho. No entanto, até marquei dois golos em três jogos, o que não é mau. Perdi muito em termos de moral, mas sei que ainda tenho mais força e experiência que outros jogadores novos.”
Alessandro aceita que não serviu, mas não está convencido: “Acho que tenho condições para fazer parte deste plantel, mas não me resta mais nada a não ser aceitar a decisão”. Por isso também não se preocupa com o futuro: “Sei que tenho potencial e por isso tenho mercado no Brasil, basta que a Direcção do FC Porto resolva tudo.”
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