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Entre o elogio e a elevada expectativa, Fredy Guarín recorda um dos seus antigos treinadores do Dragão
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Fredy Guarín guarda as melhores recordações do FC Porto e sobretudo da época 2010/11, na qual, conduzido por André Villas-Boas, conquistou campeonato, Liga Europa, Taça de Portugal e Supertaça. A relação próxima que manteve com o atual presidente dos dragões garante-lhe conhecimento de causa. Na hora de analisar a chegada de Villas-Boas ao posto que agora ocupa, o antigo internacional colombiano divide-se entre o elogio e as elevadas expectativas.
"Tive uma excelente relação com o André. É uma grande pessoa. Tenho a certeza de que vai fazer do FC Porto um grande clube outra vez. É um visionário, sabe muito bem o que faz. Com ele, o FC Porto pode voltar a ser esse gigante, com uma estrutura forte e um projeto claro”, afirmou Guarín em declarações ao Casa Football Podcast, já depois de ter recordado a sua chegada ao Dragão, ainda com Jesualdo Ferreira como treinador.
"Sinceramente, não esperava passar do Saint-Étienne para o FC Porto, um clube que tinha conquistado a Liga dos Campeões poucos anos antes. Acho que o meu trabalho silencioso em França acabou por dar frutos. Ninguém imaginava uma transferência dessas. Cheguei a um clube de enorme nível, com grandes jogadores, e tive de lutar muito para conquistar o meu espaço”, recordou o colombiano, atualmente retirado e com 39 anos.
"Passei dois anos a trabalhar para ganhar o meu lugar. E depois chegou aquela época (2010/11)… Foi simplesmente única. Tínhamos uma equipa muito latina, quase uma família. Havia muita qualidade, todos estávamos em grande forma, jovens e com uma vontade enorme de ganhar. Parecia que o futebol e o próprio universo nos tinham juntado naquele momento”, continua Guarín, evocando os sorrisos constantes que havia nessa época.
"Jogávamos para vencer, claro, mas também nos divertíamos muito. Lembras-te do Barcelona dessa época, quando ganhava tudo e o Ronaldinho estava sempre a sorrir? Era um pouco assim connosco também. Aproveitávamos cada momento. Tudo corria bem”, assegurou o antigo médio, fazendo, depois, o raio-x a essa versão 2010/11 do FC Porto.
"Éramos três colombianos: eu, o Falcão e o James. Havia uruguaios, brasileiros, o Sapunaru da Roménia… era realmente uma família. Foi a minha melhor temporada na Europa. Nunca mais voltei a sentir algo assim noutra equipa. Foi verdadeiramente único”, considera Guarín, destacando de seguida os jogadores desse plantel que lhe deixaram uma marca especial.
“O Hulk impressionou-me muito. É literalmente uma máquina, faz jus ao nome. O Falcão estava na melhor fase da carreira na Europa, uma verdadeira máquina de marcar golos. O James ainda estava a começar o seu caminho na Europa e ganhou projeção. E o Moutinho era talvez o jogador mais importante da equipa: fazia tudo bem, era muito regular e sempre decisivo dentro de campo", salientou para terminar, por fim, sobre a cidade Invicta.
“Adorei viver lá. A cidade é fantástica. Ainda tenho de voltar, porque desde então ainda não regressei. A minha filha nasceu lá e tenho uma ligação muito especial com o Porto. É uma cidade que me encanta, que me fascina", concluiu Guarín no referido podcast.
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