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Candidato à presidência elogia papel das claques, mas lembra que é preciso acabar com privilégios
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André Villas-Boas voltou a referir que pretende sentar-se com as claques do FC Porto para conversar sobre o futuro, caso vença as eleições de abril. O candidato à presidência dos dragões entende a importância dos grupos organizados de adeptos, mas pretende acabar com alguns privilégios.
"O movimento das claques apela a muita gente. Aqui fujo ao sentido violento e aos episódios que acontecem. Enquanto criança, quando ia para a superior sul, para o meio dos Super Dragões, quando havia golo descia pelas escadas até ao arame farpado. Há quem esteja ligado a grupos organizados, porque gosta de viver aquela forma de estar no jogo. O que diverge entre associados e alguns deles não associados são os privilégios que têm, acima de privilégios de outros adeptos e, acima de tudo, dos associados do clube. Isso é o que nos revolta e o que revoltou na Assembleia Geral. Foi um sentido de impunidade para que membros da claque se tnham achado a voz do clube e tenham cometido aquelas atrocidades. O caminho é o caminho da regularização, da equidade e da igualdade de direitos. Ninguém pode ter acesso a determinados direitos se não os deve ter. Agora, o espírito que têm, a forma como animam as bancadas, o amor que têm pelo FC Porto, é igual ao nosso. Isso será respeito. Os privilégios é que devem ser retirados", destacou André Villas-Boas, não esquecendo o ataque à sua residência.
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"Isso é um processo aberto sob investigação e com pessoas detidas preventivamente. Não me cabe a mim saber se foram estes ou aqueles, cabe ao Ministério Público. Eu e o meu advogado não iremos prestar declarações, porque é um processo em curso. O que refiro quanto às claques é a reforma dos protocolos. Vamos sentar com o Coletivo e os Super Dragões para saber o que pretendem e saber se há base de entendimento. Ainda não o fiz, porque acho que devo fazê-lo como presidente e não como candidato. Terei de perceber, sendo que me parece claro que no caso dos Super Dragões caminhamos no sentido da reguralização e no sentido do retirar de privilégios, sobretudo em relação à bilhética. Tem de ser uma conversa sentada com as pessoas e saber a preocupação", reforçou a ideia.
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