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Candidato acredita que o clube sairá reforçado do ato eleitoral
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André Villas-Boas espera que o FC Porto se una no pós-eleições de 27 de abril. De acordo com o candidato à presidência, o bem do clube está acima de tudo e até sairá reforçado deste ato eleitoral.
Como unir um universo fragmentado: "Não é o André que tem que estar preparado. Vocês é que têm que estar preparados. Ou seja, o caminho da união é o bem comum do FC Porto. Os adeptos do FC Porto não são adeptos do André Villas-Boas presidente. São adeptos do FC Porto que acreditam nas suas ideias e no seu programa. Eu acho que o caminho da união, evidentemente, o caminho que levará a que tudo se processe de forma mais suave no futuro, claro está, é o rendimento desportivo. Além do rendimento desportivo, o projeto, a sustentabilidade financeira, a transparência, a comunicação com os sócios, tudo bens e valores que desapareceram do FC Porto. Eu acho que este é um universo novo que estamos a viver, onde há duas candidaturas muito fortes."
Eleições apertadas: "O que é que preferimos? Que assim não fosse? E que houvesse 50% ou 49% de votos em branco e 51 % para o presidente? Não, queremos é precisamente isto. Isto é unidade, isto é FC Porto. Aconteça o que acontecer, o FC Porto sai valorizado, porque finalmente caminha agora, pelas duas candidaturas, no sentido da boa governança, como se fosse uma novidade que já tivesse que ter acontecido, no sentido da transparência, como se fosse uma novidade que nunca tivesse que estar presente. Portanto, quem viveu o verão quente de 1982? Eu tinha 5 anos, não tenho memórias desse momento, mas quem o viveu foi o pior que este momento. Este é um momento onde o FC Porto está a debate. Em 1982 havia jogadores raptados e treinadores raptados. É uma coisa, um universo totalmente diferente. Agora, aqui quando há duas candidaturas tão fortes, naturalmente há uns que preferem uma coisa, outros que preferem outra. O bem comum é o bem do FC Porto, que se unirá em torno do seu presidente para o futuro. Se assim não for, acho que não é bom para ninguém, porque nós temos que ter capacidade competitiva, temos que estar unidos e tem que haver defesa dos interesses superiores do FC Porto, acima de tudo."
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