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Depois do Sporting, foi a vez de o Benfica sair do Dragão com uma vitória...
Desolador é o mínimo que se pode dizer do ambiente que tomou conta do Estádio do Dragão no final do clássico. Da possibilidade de igualar o Benfica na liderança do campeonato, o FC Porto passou para seis pontos de desvantagem e com ele agitou-se o fantasma da crise. Muito há para jogar até ao final da época, mas existem fatores incontornáveis que geram desconfiança em torno da equipa e do próprio Julen Lopetegui, quando ainda nem sequer se atingiu metade da temporada.
Desde logo a distância pontual em relação ao Benfica. São duas vitórias de diferença e a desvantagem de dois golos no confronto direto, sendo que o FC Porto terá de deslocar-se à Luz na segunda volta. O desaire diante do eterno rival provocou natural insatisfação nas hostes portistas, ainda para mais porque a equipa demonstrou uma vez mais dificuldades em remar contra as adversidades. Na memória está bem presente o afastamento prematuro da Taça de Portugal, aos pés do Sporting, igualmente no Dragão. Uma competição na qual o FC Porto tem tradição, mas em que não consegue, sequer, arranjar bilhete para o Jamor desde 2011.
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Erros
Lopetegui cometeu erros estratégicos na abordagem aos clássicos, mas também se pode queixar do sub-rendimento de jogadores que num passado recente ajudaram a marcar a diferença em relação aos adversários. O caso mais flagrante é o de Yacine Brahimi. O internacional argelino está em nítida quebra e isso foi evidente no duelo com o Benfica. Foi apenas a confirmação de que o extremo atravessa um momento de menor fulgor que se arrasta desde a última paragem das seleções. Janeiro aproxima-se e com ele a CAN, onde o camisola 8 do FC Porto tem lugar reservado e a intenção assumida de brilhar.
O certo é que são já quatro jogos em que Brahimi nada acrescenta ao coletivo, parecendo preso de movimentos e sem inspiração para desequilibrar. Frente ao Benfica foi amarrado a tempo inteiro por Maxi Pereira e Lopetegui jamais encontrou uma solução para que a equipa não ficasse sem recursos em termos ofensivos. Cristian Tello, mesmo sendo o portista com mais assistências em todas as provas, tarda em confirmar o seu estatuto nos jogos de maior dimensão, tendo, inclusive, sido substituído na segunda parte.
Estratégia
Num plantel com tantos e tão caros recursos, não será fácil ao treinador espanhol convencer Pinto da Costa de que necessita de algum reajustamento no mercado de inverno. O grupo tem 28 jogadores e opções para todas as posições, algumas delas em abundância, ao contrário do que acontecia em épocas anteriores, onde tanto Vítor Pereira como Paulo Fonseca se viram muitas vezes obrigados a exercícios de contorcionismo para montar uma equipa equilibrada.
Nesta altura do campeonato, Julen Lopetegui já se poderá dar por satisfeito se a SAD mantiver os principais ativos depois de janeiro, conforme garantiu o presidente, com a certeza, porém, de que se os resultados não forem rapidamente invertidos, alguns desses jogadores, com mercado, podem começar a dar sinais de alguma insatisfação no Dragão.
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