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Central do FC Porto e da seleção da Polónia assume que vitória acabou por tirar-lhe "um peso enorme" sobre os ombros
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A Polónia superou a Albânia (2-1) e garantiu um lugar na final do playoff de acesso ao Mundial'2026. Mas nem tudo correu bem aos polacos, que estiveram em desvantagem no marcador devido a um erro individual de Jan Bednarek aos 42 minutos.
Em declarações no final do encontro, o defesa-central do FC Porto lamentou o "erro infantil" que acabou por cometer na abordagem ao lance, assumindo que a reviravolta no marcador - com golos de Lewandowski e de Zielinski - acabou por retirar-lhe "um peso enorme" sobre os ombros.
"Foi um erro simples da minha parte e uma grande lição e experiência para o futuro: não mudar de ideias à última hora. Naquela situação, tinha tudo sob controlo e a única coisa que falhou foi a decisão mesmo no fim. Primeiro, queria passar logo a bola ao Kiwior, mas depois vi que tinha muito espaço à minha volta e decidi rececionar a bola. Como resultado, cometi um erro infantil, mas felizmente demonstrámos que somos uma equipa. Quando um jogador comete um erro, há outros que tratam do assunto. E temos mérito nisso. O Lewandowski marcou um golaço de bola parada e o Zielinski já tinha feito um grande remate que podia ter dado golo", começou por dizer, em declarações citadas pela 'TVP Sport', continuando: "Tirei um peso enorme sobre os ombros. Passaram-me tantas coisas pela cabeça. Sabia o quão importante este jogo era para nós, para os nossos adeptos e para o nosso país. Foi difícil, mas já passei por muitos momentos complicados na vida e isso deu-me a experiência necessária para me focar no passo seguinte. Ganhámos o jogo e agora todos os meus pensamentos estão focados na Suécia."
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O discurso ao intervalo no balneário
"Trocámos palavras importantes e honestas no balneário. Não foram observações emocionais, mas sim algo que nos ajudou a organizar o nosso posicionamento tático. O jogo começou muito bem, mas depois começámos a vacilar um pouco. Houve erros, incluindo o meu. É natural que, numa situação dessas, surja uma sensação de incerteza, não só na equipa, mas em todo o estádio. Mas é assim que se reconhece uma equipa que consegue ultrapassar os problemas. O impacto emocional foi enorme. Felizmente, agora podemos focar-nos na Suécia e, em última análise, em encontrarmo-nos todos no Campeonato do Mundo em junho."
A mudança de formação para uma linha a quatro
"Dissemos ao intervalo que podíamos mudar a nossa formação passados alguns momentos. Penso que tivemos algumas dificuldades com este sistema porque temos, decididamente, de circular melhor a bola. Nesta formação, somos quatro na defesa em vez de cinco, por isso corre-se mais, mas também há mais jogadores na frente. Os nossos adversários tiveram de se preocupar em defender e essa foi uma das razões pelas quais vencemos", terminou.
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