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Guarda-redes vinca que trabalha para ser titular e recusa ideia de estar acomodado à condição de suplente de Diogo Costa
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Foi na presença do presidente André Villas-Boas e dos diretores Andoni Zubizarreta e Jorge Costa que Cláudio Ramos colocou o preto no branco do contrato que o liga ao FC Porto até 2027.
"É um sentimento de orgulho e de trabalho bem feito, pois estes três anos significam que os últimos quatro foram de um bom trabalho. Apesar de não ter jogado tanto como gostaria, sei que desempenhei um papel bastante importante na equipa e que fui importante nos títulos que conquistámos", começou por afirmar o guarda-redes à comunicação do FC Porto.
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"Deixa-me muito feliz renovar por mais três anos com o FC Porto. Renovar com uma nova direção e com uma nova equipa técnica, é sinal de que confiam no meu trabalho e de que confiam em mim para o futuro do FC Porto. É muito importante para mim ter esse reconhecimento da parte deles", prosseguiu Cláudio Ramos para concluir depois.
"Às vezes as pessoas podem pensar que estou acomodado em ser o segundo guarda-redes ou em desempenhar um papel secundário no FC Porto, mas é mentira, trabalho diariamente para ser titular e trabalho diariamente para ser o melhor guarda-redes possível. O meu empenho, a minha dedicação e o meu profissionalismo vão estar sempre presentes e aquilo que quero para a minha carreira é sempre o máximo possível: ser titular e lutar por títulos", rematou.
Entretanto, o FC Porto partilhou uma reportagem que fez com Cláudio Ramos, na qual levou o guarda-redes às suas origens, na pequena aldeia de Touro, onde também se falou da renovação do contrato e de outros fatores da atualidade desportiva.
"Olha para a renovação com muito orgulho. Foram quatro épocas que passaram e, apesar de não ter jogado tanto, sei que as pessoas reconhecem em mim a dedicação, o empenho e o profissionalismo. Sei que também fui um jogador importante no balneário. Encaro os próximos três anos com muito empenho, dedicação e profissionalismo para continuarmos a festejar títulos, que é o mais importante", acrescentou Cláudio Ramos, prosseguindo sobre a condição de suplente.
"Costumo dizer que, se é para ser segundo guarda-redes, que seja do Diogo [Costa], pelo menos sou número dois de um dos melhores do Mundo, mas não é fácil. Começas a ter um papel diferente, com a idade começas a perceber que não é só de 11 jogadores que é feita uma equipa... E foi assim, também com o apoio da família e dos amigos, que se conseguiu ultrapassar essa situação", explicou, comparando o estatuto de titular indiscutível que teve durante anos a fio no Tondela, antes de se transferir para o FC Porto e conhecer uma nova realidade.
Sobre o espírito para a próxima temporada, Cláudio Ramos foi taxativo: "O mesmo de sempre. Se calhar este ano vai ser diferente, de alguma mudança, mas esperemos que no final, com profissionalismo que temos e a garra que há no FC Porto, consigamos festejar títulos novamente."
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