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Venda de Otávio não entra nas contas de 2022/23
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O resultado líquido negativo da SAD do FC Porto no exercício de 2022/23 tem várias justificações, desde logo as rubricas relacionadas com as transações de passes. Neste parâmetro, os resultados foram negativos em 24,14 milhões de euros, balanço muito distinto dos 44,97 milhões de euros positivos em 2021/22. De notar que a venda de Otávio para o Al Nassr, já em agosto, não é incluída nesta exercício encerrado a 30 de junho.
Para o resultado final contribuiu também o aumento dos custos operacionais, excluindo custos com passes, que aumentaram 20,9 milhões de euros, em parte devido à atribuição de prémios pelo apuramento para a Liga dos Campeões deste ano na qualidade de campeão nacional, assim como outros prémios de desempenho desportivo. De notar que, na última época, o FC Porto venceu Supertaça Cândido de Oliveira, Allianz Cup e Taça de Portugal, assim como chegou aos oitavos de final da Champions.
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O FC Porto apresentou aumentos em sete das oito rubricas relacionadas com proveitos operacionais excluindo transações de passes, agora situados nos 166 milhões de euros, sendo o caso de maior destaque o dos encaixes relacionados com as provas da UEFA, que, depois de em 2021/22 chegarem aos 46,89 milhões de euros, foram na última época de 61,94 milhões de euros.
A diferença entre proveitos e custos operacionais excluindos transferências acabou por ser praticamente nula, uma vez que os custos subiram também, no caso também para 166 milhões de euros, muito por culpa da subida dos fornecimentos e serviços externos, assim como dos custos com pessoal, agora de 95,4 milhões de euros, incluindo prémios por performance desportiva, depois dos 82,6 milhões de euros em 2021/22. O resultado com cedências de passes, que foi de 83,7 milhões de euros na época anterior, ficou-se agora pelos 13,98 milhões de euros.
O total do ativo, diga-se, desceu de 418,5 milhões de euros para os 356,9 milhões de euros, ao passo que o passivo aumentou cerca de 2 milhões de euros, dos 530,1 para os 532,2 milhões de euros. Feitas as contas, os capitais próprios da sociedade portista são negativos em 175,98 milhões de euros.
Apesar do prejuízo final, o FC Porto destaca que "o EBITDA (Cash-Flow Operacional) é positivo em 23.1 milhões de euros, o que reflete os meios libertos pela atividade operacional da sociedade".
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