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O médico e o enfermeiro do FC Porto, respectivamente Nélson Puga e José Mário, foram quem prestou os primeiros socorros a uma família de quatro pessoas vítimas de um acidente de viação na auto-estrada do Norte (A1) perto de Aveiras, originando um atraso de cerca de uma hora no tempo de chegada previsto da equipa a Elvas para o último treino de preparação do embate de logo com o Campomaiorense. O atraso foi um mal menor para os portistas, mas a mãe da família dos vitimados foi internada em estado grave no Hospital de S. João (Porto)
O CORPO clínico da comitiva do FC Porto em viagem para Elvas, Nélson Puga (médico) e José Mário (enfermeiro) foram quem prestou os primeiros socorros a uma família de quatro pessoas -- pai, de nome José Delgado, mãe e dois filhos menores (uma menina de seis anos e um menino de quatro, naturais de Paços de Ferreira) -- vítima de um grave acidente de viação, envolvendo outra viatura, com apenas um ocupante, ocorrido na auto-estrada do Norte, perto de Aveiras, cerca das 12 horas.
José Delgado e os filhos sofreram escoriações de média gravidade, mas há a lamentar o internamento da mãe no Hospital de S. João, no Porto, num estado considerado grave, em virtude de um traumatismo craniano.
O autocarro portista precedia os dois automóveis envolvidos no acidente, provocado por condução perigosa. Testemunhas do sucedido afirmam que o condutor que seguia sozinho num dos veículos circulava descontrolado na via (aos ziguezagues), o que leva a admitir estado de embriaguez, indo embater na traseira do automóvel da família Delgado que se despistou aparatosamente, originando o embarrilamento do trânsito.
Perante a gravidade do acidente, o motorista do autocarro do FC Porto encostou para que, como mandam as regras, se pudesse prestar o necessário auxílio às vítimas, sobretudo tendo a bordo um médico e um enfermeiro, no que constituiu, apesar de tudo, uma louvável coincidência para os acidentados. Infelizmente, confirmou-se a urgência no préstimo de socorros à família Delgado.
Os momentos que seguiram foram de intenso drama. Em conciliação de esforços, o chefe da comitiva portista, Reinaldo Teles, telefonava em chamamento dos bombeiros da área mais próxima -- na ânsia de ajudar, acabou por sofrer também um ligeiro acidente ao trilhar um dedo na porta do autocarro quando forçava a saída --, enquanto o corpo clínico se apressava no préstimo de primeiros socorros. A pronta intervenção do médico e enfermeiro o FC Porto ajudou a evitar males maiores, mas, ainda assim, temia-se pelo estado de saúde das vítimas, sobretudo da esposa de José Delgado. Felizmente, não tardou a chegar uma ambulância ao local e a família Delgado foi de imediato transportada ao Hospital de Alverca. Após vários exames clínicos, foi ordenada a transferência para Hospital de São João, no Porto.
Reinaldo Teles, também natural de Paços de Ferreira, e Nélson Puga mantiveram-se sempre a par da evolução via telefone e cerca das 19 horas obtiveram o diagnóstico feito pelas urgências do Hospital de São João: José Delgado e os filhos, apenas com algumas escoriações, receberam alta mas, infelizmente, havia a lamentar o internamento da mãe com traumatismo craniano. À família Delgado, mas em especial à mãe, "Record" deseja rápidas melhoras.
Este caso, salvaguardando as circunstâncias, traz à memória o lamentável acidente ocorrido no Estádio José Alvalade, na época 95/96, quando, à chegada do autocarro portista, adeptos leoninos provocaram o desabamento de uma grade de protecção sobranceira à porta 10 A que arrastou na queda algumas pessoas. Na altura, o médico Domingos Gomes e o fisioterapeuta Roldolfo Moura formavam o corpo clínico dos dragões e a sua rápida intervenção salvou vidas.
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