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GOOOOOOOOOOOOLO! Bandeiras desfraldadas, copos de cerveja pelos ares e unhas, roídas até ao sabugo, deixadas por uns instantes em descanso. Os dois mil adeptos do FC Porto, loucos de alegria, saltavam, gritavam e festejavam o tão ansiado terceiro golo, que lhes permitia tocar no Olimpo da UEFA. Jamais deixariam de acreditar que o "caneco" lhes pertencia.
A palavra mágica "C-A-M-P-E-Õ-ES" foi gritada até à exaustão, entrecortada por banhos de cerveja, champanhe e, claro está, vinho do Porto. As buzinas tocaram, os foguetes ribombaram, numa FIL aquecida pela chama do dragão.
A jornada começou muito antes, por volta das 18 horas, quando começaram a chegar os estridentes "peregrinos" azuis e brancos, que corresponderam ao chamamento da Casa do FC Porto de Lisboa. O ambiente começou a serenar a partir da meia hora de jogo.
No meio da multidão estava uma senhora de idade um pouco avançada, que se recusava a olhar para o ecrã gigante. Rezava, pedindo ajuda divina para ultrapassar o obstáculo. As imagens de Jorge Sampaio, Durão Barroso e Pinto da Costa eram aplaudidas vivamente e Scolari era vaiado. A confiança cresceu, cresceu, quase tocando no Céu quando Derlei facturou, fazendo saltar Jordana Jardel. Seguiu-se um silêncio sepulcral. O Celtic havia empatado.
O segundo do FC Porto voltou a abrir as portas do "CAMPEÕES", novamente cortadas pelo tento britânico. Iniciou-se uma discussão dos lances, das entradas mais ríspidas. A pressão começou a encher uma panela, que desatou a apitar, jamais se calando, quando o FC Porto marcou o terceiro. O troféu já não podia fugir, mas os minutos que sobravam até ao apito final foram uma eternidade. "Estou duplamente feliz, tanto pela vitória como pela moldura humana que encheu o recinto", sintetizou o líder da Casa do FC Porto em Lisboa.
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