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Farioli: «Foi uma vitória merecida e que honra o legado do nosso antigo presidente»

Declarações do treinador do FC Porto após a vitória (1-0) diante do Nacional

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Francesco Farioli no banco do FC Porto na Choupana
Francesco Farioli no banco do FC Porto na Choupana • Foto: Hélder Santos

O e segue na liderança com alguma distância do rivais. Após o encontro, Francesco Farioli falou sobre a importância de vencer o jogo para honrar o legado de Pinto da Costa. Em declarações à Sport TV, o treinador dos dragões destacou ainda a grande resposta da equipa, apesar das muitas baixas.

Como lidou com a subida de intensidade da 1.ª para a 2.ª parte? "Na 1.ª parte tivemos alguns momentos muito bons. Depois complicámos diante de uma equipa que é muito dificil de bater em casa. Foi uma vitoria merecida e especial por podermos dedicar ao nosso antigo presidente e podemos assim honrar o seu legado".

Apesar das muitas mexidas, motivadas por lesões, a equipa deu uma resposta cabal: "A realidade é que demonstrámos a competência das nossas peças. Zaidu não fazia um jogo completo desde Utrecht. Todos estão disponíveis para jogar. Era uma semana dificil com tantas lesões, principalmente a do Samu. Tivemos de nos reconstruir num jogo tão importante e agora vamos ter de continuar a fazê-lo".

Alteração antes do canto, com a entrada de Gabri Veiga para o marcar, foi jogada mestre? "Não, mas o Gabri Veiga meteu uma bola espetacular e todos sabemos da sua qualidade neste aspeto e depois houve cabeceamento espetacular do Jan. Estou muito contente e foi muito importante poder dedicar a vitória ao Samu".

Era importante vencer depois de o FC Porto não ter ganho dois jogos seguidos pela primeira vez este ano? "Temos ainda muitos jogos para ganhar. Mantivemos um grande ritmo. É impossível de repetir o que fizemos na 1.ª volta, e esse registo de não termos ganho dois jogos seguidos pela primeira vez demonstra o quão foi incrível. Agora temos de manter o melhor ritmo possível, mas ainda com muita coisas para desenvolver. Esta equipa do Nacional vendeu muito cara a sua pele e é muito competitiva. Agora temos de recuperar toda a gente nos próximos dias". 

De seguida, na conferência de imprensa, o treinador italiano voltou a referir que este triunfo teve duas dedicatórias: Pinto da Costa e Samu. Além disso, deixou ainda novos elogios ao adversário.

Pode explicar melhor a sua decisão ao colocar Gabri Veiga logo antes do canto? "Em primeiro lugar, hoje é um dia especial para o clube. Esta vitória é dedicada a Pinto da Costa, que foi um histórico presidente e fico muito feliz por honrar o seu legado. Queríamos dedicá-la também a Samu, que está a passar por um momento difícil e está a sofrer muito. Sabemos que ele estava à frente da televisão a ver o jogo e ficámos contentes por lhe oferecer a energia certa. Quanto ao Gabri Veiga, sabemos das qualidades que tem, então decidi acelerar a substituição e pelos vistos bem, porque acabou por assistir o Bednarek na primeira vez que toca na bola. Queria destacar também o Zaidu, que esteve muito bem defensivamente, quando não era titular desde o jogo com o Utrecht".

Como avalia a exibição da equipa? Não sente que esteve sempre muito à espera das investidas do Nacional? "O que sinto é que as duas equipas têm jogos muito semelhantes. O Nacional nunca se expõe muito e concede poucos golos. Depois, houve alguma falta de qualidade da nossa parte no último passe que permitisse mais ocasiões. O Nacional é também uma equipa muita organizada e que marca golos com facilidade. A qualidade do relvado também foi um obstáculo. O importante foi que conseguimos o resultado que queríamos e agora temos de avançar para o próximo capítulo".

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