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Avançado caiu nas boas graças do treinador e Froholdt também mereceu elogios
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Farioli individualizou e, na entrevista à Sport TV, mostrou-se rendido a Samu, avançado que, garante, poderá vir a jogar nas "equipas top-3 do Mundo". E o técnico também carregou nos elogios a Froholdt.
"Ele está a melhorar muito, honestamente, isto graças ao seu compromisso, à sua mentalidade. No início da época, claro, tivemos algumas dificuldades para, de alguma forma, fazê-lo sentir o benefício possível do que estávamos a fazer. No final, o Samu é... ele é incrível, é um jogador que quando ataca o espaço ou quando está dentro da área é já um avançado de elite. Mas claro, para uma equipa que quer ser dominante ou que tem a capacidade de jogar no meio-campo oposto, há também algumas coisas que ele teve de melhorar. Ele está a melhorar muito, está a trabalhar muito. Primeiro, ele entendeu o benefício, que é algo que o vai tornar um avançado mais completo. Um avançado que no futuro, na minha opinião, ele pode jogar ao mais alto nível nas equipas equipas top-3 do mundo. Tendo esta ambição para um jogador jovem como ele, acho que não há alternativa senão melhorar, senão trabalhar e, mais uma vez, a sua abertura para isto... aceitar fazer, às vezes também, alguns trabalhos individuais que talvez faças nos sub-13, requer muita humildade, muita auto-reflexão e auto-consciência. E nesta parte, acho que o Samu honestamente me surpreendeu muito porque ele está a fazer um trabalho ótimo, está a trabalhar muito bem. Está a tornar-se fisicamente melhor todos os dias, capaz de competir com a capacidade de repetir ações intensas com mais frequência... de pressionar como uma besta, de correr para trás quando é o momento de correr para trás... e também ontem acho que foi uma prova do seu momento e da sua capacidade de se tornar um avançado mais completo. E nisto eu mencionaria também a importância do Luuk [de Jong] e do Deniz [Gül]. O Luuk com a sua experiência, foram precisas várias conversas com ele para explicar algumas coisas, para fazê-lo sentir a importância de certas coisas. Então, como eu disse, toda a gente aqui até agora está a desempenhar um papel muito especial. E espero que, em 2026, isto seja algo que definitivamente precisamos de manter e fazer mais e melhor nos próximos meses."
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"Este foi um jogador que eu não o conhecia. Quando o presidente e o departamento de prospeção o mencionaram, eu fui ver alguns jogos, fiquei impressionado por algumas coisas. Mas para ser honesto, vê-lo em vídeo e vê-lo ao vivo com a sua capacidade de se desenvolver tão rápido e de entender tão rápido, é algo que superou as minhas melhores expectativas. Então, mais uma vez, estou contente pela sua evolução, por tê-lo connosco e também o quanto ele está a crescer em termos de personalidade, liderança. E acho que... eu nunca esquecerei o primeiro jogo que ele jogou aqui no Dragão. Quando ele saiu todo o estádio já estava com ele. E desde então acho que a ligação é algo que está a crescer. E sim, acho que ele é definitivamente um jogador com o ADN puro e absoluto do FC Porto."
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"O elemento físico para mim, eu diria que é um dos principais no trabalho que estamos a colocar no campo, no perfil dos jogadores que temos de procurar, no desenvolvimento dos jogadores que temos. Eu sou paranoico com a fisicalidade do jogo. E a trajetória de para onde o futebol está a ir, acho que é bastante claro. Até agora, em todos os jogos, corremos sempre mais do que o adversário. Nós superamos o adversário por três, quatro, cinco, às vezes até oito ou nove quilómetros. Isso é um número impressionante. Significa que é quase jogar com um jogador a mais. E, claro, rimo-nos muito sobre o facto de que quando jogas com o Victor [Froholdt], tu tens um output incrível. Mas a realidade é que estes números e esta energia e fisicalidade que os jogadores estão a trazer para o campo vêm do trabalho de toda a gente. Temos os defesas centrais que estão muitas vezes acima de 11 quilómetros para tentar espremer a equipa e estar no topo do campo. Os avançados que estão a pressionar muito para colocar a pressão à frente e quando é o momento de recuar, eles estão a trabalhar sem bola. A quantidade de corridas, mesmo para atacar, às vezes, equipas que estão a defender num bloco baixo, para superar o adversário, para continuar a esticar a linha defensiva com corridas... às vezes não para receber a bola, mas para abrir espaços diferentes. Eu acredito que é uma chave, é por isso que acredito muito na capacidade física para entregar certas coisas, para ter jogadores que sejam capazes de o fazer. E depois a outra parte é o desejo de o fazer, que também é algo importante. E para fazer isso, acho que precisas de estar fresco, precisas de estar fresco nas pernas, fresco na mente. E é por isso que também acredito muito na importância de todo o plantel, para tentar rodar os jogadores, para tentar ter toda a gente sempre pronta, competitiva. E também porque isto mantém toda a gente envolvida e, ao ter toda a gente envolvida, também as sessões de treino vão ser mais intensas e com uma dinâmica diferente. Acredito que no quadro final isto pode fazer uma diferença bastante relevante."
"Não, eu acredito que os adeptos e acho que o tipo de apoio que recebemos, por exemplo no aeroporto, quando partimos para os Açores e quando voltamos... não é sobre o facto de estarem a celebrar algo de forma antecipada. É sobre dar-nos o impulso certo, para nos dar o sentimento certo, para nos dar, de alguma forma, também um lembrete sobre a cicatriz que todos temos. E acho que eles querem apenas transferir-nos um grande desejo, um grande sentimento. E eu nunca senti que houvesse uma celebração a acontecer. Acho que aqui toda a gente sabe para onde queremos ir, estamos todos ligados na mesma página. E este entusiasmo e esta adrenalina que está pela cidade, acho que é algo que precisamos de continuar a trabalhar para o fazer crescer e para o tornar especial. Os nossos adeptos estão a fazer, honestamente, um ótimo trabalho quando jogamos no Dragão e quando jogamos fora que, na maioria das vezes, é como jogar em casa."
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