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Extremo da Juventus assume que continua a sofrer pelos dragões e refere que tem o sonho de estar no Mundial
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Francisco Conceição concedeu uma entrevista à Sport TV onde, entre os mais variados temas, garantiu que está nos seus planos, um dia no futuro, regressar ao FC Porto.
"Não vou dizer que não. O FC Porto é o clube do meu coração. É um clube que me diz muito e quero muito regressar. Quando? Não sei. Mas acho que num futuro próximo não será. Mas sim, teria todo o gosto em poder regressar para continuar a mostrar o meu valor e não para acabar a carreira", admitiu.
Conceição, de 23 anos, trocou o FC Porto pela Juventus no verão de 2024, mas assume que continua a sofrer pelos dragões: "Sei o que aquelas pessoas sofrem. Quero que o FC Porto vença e este ano estou mais feliz por aquilo que estão a conseguir fazer. O último ano foi de sofrimento, muito difícil para nós. Este ano estamos a dar uma resposta bem diferente. Principal candidato ao título? Sem dúvida nenhuma. Está a demonstrar que é melhor do que os adversários e tem de continuar assim, porque o campeonato é longo".
Emocionado ao ver o primeiro golo que marcou com a camisola do FC Porto e o abraço que se seguiu ao pai, Sérgio Conceição, Francisco admitiu que a família é a base de tudo: "É o que faz com que, todos os dias, tenha essa tal fome de vencer na vida, de provar que tenho capacidade, que consigo. O meu objetivo é deixar a minha família orgulhosa, é o que mais quero. E esse foi um momento muito bonito, não há nada melhor do que isso".
Já no tema Seleção Nacional, o extremo confessou que tem o sonho de estar no Mundial: "É uma competição que todos querem jogar. Digo sempre que a Seleção é o expoente máximo de um jogador de futebol. Quero muito estar no Mundial e quero muito ser importante na Seleção, mas para isso há este trabalho todo até lá que tem de ser bem feito".
A tragédia que culminou na morte de Diogo Jota e do irmão André Silva, em julho do ano passado, ainda passa pela cabeça dos jogadores, mas Francisco Conceição refere que a equipa das quinas tem de transformar esse momento em força dentro de campo: "Foi um dos momentos mais difíceis para nós. Além de um grande jogador, era um colega com que toda a gente se dava bem. Não havia ninguém que pudesse dizer alguma coisa [má] do Diogo. E sem dúvida que agora, quando entramos em campo pela Seleção, será por ele também. Tinha o sonho de ganhar o Mundial e nós queremos levá-lo connosco em todos os jogos. Estará sempre presente pela importância que tinha e pela pessoa que era. Teremos de o representar da melhor forma possível para que se sinta orgulhoso da nossa Seleção", rematou.
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