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Dirigente azul e branco aponta o dedo ao árbitro Hugo Miguel
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Francisco J. Marques abordou, esta terça-feira, as incidências da partida entre Aves e Benfica, realizada na passada segunda-feira, apontando o dedo ao árbitro Hugo Miguel e ao critério por este aplicado durante os 90 minutos.
"Há um primeiro lance em que o João Félix é protagonista que, no dia em que for ao contrário, em que o João Félix for vítima de uma entrada destas, dura, severa, que deve ser punida com amarelo, vai levantar-se um coro por causa disso. O João Félix fez esta entrada e não se ouve uma palavra", começou por dizer, em referência a uma entrada do camisola 79 das águias sobre Luquinhas.
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"Mas, para mim, o lance mais grave é aquele a terminar o jogo, que devia ser segundo amarelo. É uma falta claríssima e para segundo amarelo. Mas acontece que o Rúben Dias já tinha amarelo. O campeonato tem que ser disputado com regras iguais para todos e todos os árbitros têm de aplicar as mesmas regras a todos. O árbitro Hugo Miguel não o fez. No lance do penálti, que é claro e evidente, a responsabilidade maior é do VAR. Falhou, não devia ter falhado, mas no outro, em que o VAR não pode intervir, é muito evidente. São este tipo de lances que levantam a suspeita de um regresso ao passado. Os árbitros podem errar, ver melhor, ver pior, mas o que toda a gente vê, eles também têm que ver. Este é o caso evidente de protecionismo. Este jogador não jogaria na próxima jornada e não devia. É este tipo de decisões que os árbitros não podem tomar", acrescentou.
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