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Depois de Sparta de Praga e V. Guimarães, o FC Porto passou mais um jogo em branco. A falta de uma referência no ataque, ao abrigo da “ausência” de Pena e Esnaider, tem sido relativamente amenizada pelo jovem Hélder Postiga, destaque nos últimos três jogos e decisivo na única vitória da equipa (com o Santa Clara) nos últimos quatro. É um problema para Octávio resolver na semana de preparação para a viagem aos Açores
FALTA a referência atacante... É um problema que Octávio Machado tem de resolver e parece que está a chegar a vez de Hélder Postiga.
Lançado às feras numa época que se previa ser apenas de adaptação ao futebol sénior, o jovem avançado dos dragões depressa ganhou galões de experiente com a presença no famoso Torneio de Toulon. E até já teve direito a subir nas selecções quando foi chamado a ajudar os sub-21 que garantiram o apuramento para o Europeu da categoria.
A verdade é que Postiga tem protagonizado uma época surpreendente pela facilidade com que se impõe na equipa principal do FC Porto. E à medida que passam os jogos e os minutos de Postiga em campo, percebe-se cada vez a frase pedagógica de Octávio Machado quando lembrou o essencial: “Deixem-no crescer...”
Mas o técnico também sabe melhor do que ninguém que é preciso deixá-lo... jogar e é ele que tem em mãos o futuro próximo de Postiga. Octávio já deixou perceber que poderá estar a preparar o surgimento de Postiga como a referência do ataque do FC Porto. A não ser que, entretanto, venha por aí um reforço de Dezembro que os mais altos responsáveis se recusam a confirmar como sendo, pelo menos, necessário...
Para já, o técnico tem de jogar com o que tem e procura gerir os problemas que a equipa tem denotado, mormente na finalização, com uma gestão cuidada do potencial que tem à disposição. Pena continua a ser o melhor marcador da equipa (seis na I Liga e outras tantos na Europa), mas demora a justificar tanto labor e entrega sem nenhum proveito para o colectivo. Esnaider não se livra dos problemas físicos. E quem sobra então? Hélder Postiga, pois claro.
Depois de uma fase em que foi a revelação (golos ao Grasshopper e Boavista e titularidade em Alvalade), chegou outra em que foi notório o crescimento (mais um golo decisivo com o V. Setúbal). A nova oportunidade a titular, em Alverca, não trouxe grandes novas e passou quatro jogos sem ser utilizado, mas agora regressou e já está há três como o destaque da equipa. Em 45 minutos com o Sp. Braga, a estatística prova que tentou de todas as maneiras para ser ele a resolver. E antes já tinha marcado ao Santa Clara. Confirma-se como a referência atacante dos dragões. Tem a palavra o treinador.
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