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Antigo candidato em 2020 já sabe em quem votará a 27 de abril deste ano
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José Fernando Rio anunciou esta terça-feira que apoia Pinto da Costa nas eleições agendadas para 27 de abril. O candidato às eleições de 2020, nas quais concorreu contra o atual presidente e Nuno Lobo, explicou na sua página no Facebook a sua decisão.
"Sinto que tenho a responsabilidade e a obrigação de intervir neste processo eleitoral.
Pinto da Costa pede um último mandato para corrigir e completar o trabalho que se propôs fazer em nome do FC Porto: renovar a equipa dirigente, alcançar a sustentabilidade financeira, fortalecer a competitividade da equipa de futebol, terminar a Academia. No fundo, o que pretende é entregar às novas gerações um clube melhor, mais forte e mais preparado para enfrentar os desafios do futuro e para continuar a vencer como sempre venceu nos seus mandatos. O programa apresentado e a renovação que está a levar a cabo nas equipas apresentadas, demonstram de forma inequívoca a determinação e a seriedade do seu compromisso. Por isso, Jorge Nuno Pinto da Costa terá o meu voto", publicou, já depois de ter elencado aqueles que considera terem sido os méritos da sua participação na campanha à última corrida eleitoral.
Leia a nota na íntegra:
"ELEIÇÕES DO FC PORTO: VOTAREI EM PINTO DA COSTA
CAROS PORTISTAS
O FC Porto vai a votos no próximo dia 27 de Abril, numas eleições que se prevêem altamente disputadas e participadas.
Há quatro anos candidatei-me a Presidente do FC Porto porque achava que o nosso clube precisava de um novo rumo, de novas ideias e de uma nova equipa.
Era urgente mostrar a todos que no nosso clube havia quem pensasse de maneira diferente, havia quem tivesse outras ideias e, acima de tudo, que era possível fazer e agir de forma diferente, percorrendo outros caminhos!
O mérito do projecto apresentado pela minha candidatura foi não só validado pelos bons resultados eleitorais, como pelo facto de hoje todos prometerem basicamente o mesmo que nós propusemos em 2020.
Passados quatro anos, todos percebem a importância de se terem contas saudáveis e equilibradas;
todos sabem que quanto mais robusta for a saúde financeira, mais forte e competitiva será a nossa equipa principal;
todos se preocupam com a reorganização da estrutura do futebol, da formação à equipa principal, passando pelo scouting;
todos prometem mais modalidades, nomeadamente o futebol feminino (que já está em andamento) e o futsal;
todos querem reforçar e valorizar a ligação aos sócios;
todos se propõem a retirar maiores proveitos do estádio, seja em dias de jogo, seja na reconfiguração de algumas das suas áreas;
todos prometem uma gestão mais transparente e mais rigorosa;
todos prometem ser mais eficazes no aumento das receitas e na diminuição das despesas;
todos prometem cortes nos salários da SAD e até já há quem prometa acabar de vez com os prémios!
O principal objectivo da minha candidatura, sempre construtiva e sempre com a união do clube como foco, foi cumprido: o clube percebeu as suas fragilidades, também as suas forças e traçou um plano de mudança. De forma lenta, é verdade, mas nos últimos quatro anos a palavra mudança passou para plano principal.
Hoje, está assegurado um novo rumo para o nosso clube, estão asseguradas a implementação de novas ideias e de novas políticas, está assegurado um novo modelo de gestão e está assegurada a regeneração das equipas dirigentes, sem a qual o resto não era possível.
Por saber que este caminho está traçado, decidi não apresentar a minha recandidatura à presidência do FC Porto.
Quem participou neste projecto e quem nele votou só pode estar disso orgulhoso: foi graças ao aparecimento da candidatura, ao conteúdo das propostas e à sua validação eleitoral que hoje assistimos a esta autêntica revolução que beneficia o nosso clube.
O FC Porto vai mudar e nós contribuímos, de forma decisiva, para isso!
Assim, sinto que tenho a responsabilidade e a obrigação de intervir neste processo eleitoral.
Pinto da Costa pede um último mandato para corrigir e completar o trabalho que se propôs fazer em nome do FC Porto: renovar a equipa dirigente, alcançar a sustentabilidade financeira, fortalecer a competitividade da equipa de futebol, terminar a Academia.
No fundo, o que pretende é entregar às novas gerações um clube melhor, mais forte e mais preparado para enfrentar os desafios do futuro e para continuar a vencer como sempre venceu nos seus mandatos.
O programa apresentado e a renovação que está a levar a cabo nas equipas apresentadas, demonstram de forma inequívoca a determinação e a seriedade do seu compromisso.
Por isso, Jorge Nuno Pinto da Costa terá o meu voto.
Nós, os sócios do FC Porto, devemos uma última oportunidade a quem tudo nos deu e permitir que saia pela porta grande e pelo seu próprio pé.
A bem do FC Porto, temos de fazer tudo para que haja uma transição digna e pacífica.
Sem divisionismos.
Porque, como bem sabemos, só juntos somos mais fortes!
Viva o FC Porto!"
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