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Guarda-redes perdeu a titularidade e a nota de culpa falava em despedimento com justa causa
A 'mão disciplinadora' do FC Porto - que surgiu agora com os casos de Marchesín, Díaz, Saravia e Uribe - não é propriamente recente no seio dos dragões. Já em 2002 Vítor Baía conheceu-a, depois de um 'bate-boca' com José Mourinho. Acabou por ficar de fora de um dérbi com o Boavista, que os dragões venceram, e o guarda-redes internacional português só voltou depois contra o Áustria Viena, na Taça UEFA. Na altura avançou Nuno Espírito Santo para a baliza.
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