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Candidato à presidência do clube aponta o dedo à atual gestão
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Martins Soares está desiludido pela forma como o FC Porto tem sido gerido nos últimos anos, pelo que decidiu avançar novamente com uma candidatura à presidência, depois de já o ter feito em 1988 e 1991. Em declarações à TSF, o único associado dos dragões que desafiou Pinto da Costa em atos eleitorais está pronto para um novo desafio.
"Não há duas sem três. Fui pela primeira vez candidato quando o FC Porto estava no auge e a minha candidatura foi boa, porque ajudou a mudar algo na estrutura da altura. À segunda, o FC Porto também estava no auge e a minha candidatura voltou a ajudar a alterar a estrutura. Neste momento sou um pequeno acionista, mas também não vale a pena ser um grande acionista, infelizmente. Mas tenho a dignidade de ter ações para estar nas assembleias-gerais da SAD, enquanto Adelino Caldeira não tem uma única ação da SAD e é administrador, o que é uma situação vergonhosa", destacou Martins Soares.
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De resto, o candidato à presidência do FC Porto aconselha Pinto da Costa a deixar o cargo que ocupa há quase 38 anos a breve prazo, de forma a evitar um cenário, no seu entender, idêntico ao do Sporting.
"Pinto da Costa começa a deixar de ser intocável, foi um grande presidente, e eu candidatei-me no auge dele, tendo 22,4 por cento dos votos. Neste momento ele deveria sair para o fazer em grande e não ser empurrado, porque vai levar o FC Porto a uma situação como aconteceu no Sporting, onde vão aparecer para aí quatro candidatos. Se anunciasse a saída poderia perfilar-se alguém para o lugar", fez questão de vincar.
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