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Nuno enaltece que faria tudo igual, pois tudo aquilo que coloca nas suas táticas é pensado e ponderado.
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O FC Porto apenas conseguiu um empate diante do Benfica, mas Nuno Espírito Santo assegura que gostou do que viu diante do arquirrival, deixando claro que apenas com a entrada de um terceiro médio das águias (André Horta) sentiu que o jogo se complicou um pouco. Mesmo assim, Nuno enaltece que faria tudo igual, pois tudo aquilo que coloca nas suas táticas é pensado e ponderado.
"O único momento em que sentimos alguma mudança foi após a entrada de um terceiro médio por parte do adversário. Aí conseguiu ter mais controlo de jogo, criar um pouco mais dificuldade a recuperar a bola. Respondemos, mas não fomos reativos, mas sim proativos para o que queremos para a equipa. Não tenho dúvidas de que faria tudo igual. Está tudo pensado e há um porquê. Não somos adeptos, isto com todo o respeito pelos nossos adeptos. Mas nós pensamos, ponderamos o porquê das questões e repetia tudo", assegurou, ao Porto Canal.
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Questionado sobre se a atuação de domingo foi importante para a equipa de mostrar aos adeptos, Nuno assegura que o duelo com o Benfica era apenas mais um. "Não estávamos à espera deste jogo, era só mais um jogo. É diferente pelo que implica, mas queríamos ganhar e encurtar distâncias, ainda que haja sempre aquela rivalidade. Com todo o respeito, conseguimos submeter a nossa ideia e impô-la durante o jogo. A força do FC Porto foi superior, quase avassaladora, na procura do domínio do jogo e do golo. Na primeira parte esteve muito do que queremos para o futuro", garantiu.
Nesse sentido, o técnico portista aproveitou para fazer uma análise à forma de atuar dos adversários do FC Porto, considerando que estes se submetem às ideias dos dragões e, aí, procuram condicionar o jogo portista. "O treinador estuda a equipa contrária, tenta saber o mais possível. Neste momento o nosso trabalho passa por olhar para nós, potenciar a nossa ideia. Diria, sem conhecimento profundo da maioria deles, os rivais têm a preocupação de condicionar o nosso jogo. E quando assim é, é bom, porque dá-nos a possibilidade de potenciar o nosso jogo. O jogo de Setúbal e o do Benfica houve ideias diferentes dos rivais e a nossa capacidade foi sempre a mesma. Não estou preocupado com os rivais, porque confio bastante na nossa ideia de jogo. Seguros na defesa, a ceder muito pouco ao adversário", explicou.
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