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Treinador fez entrar Rúben Neves, Layún e Hector Herrera
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Muito criticado por ter feito substituições que fizeram a equipa baixar no campo, qunado devia estar à procura de 'matar' o jgoo, Nuno Espírito Santo explicou as razões que o levaram a colocar Rúben Neves, Layún e Herrera.
"As substituições são feitas pelo que observamos e achamos que é o melhor para a equipa. O jogo é feito de equilíbrios e, nesse momento, necessitávamos de ter equilíbrio e capacidade de ter mais posse de bola", explanou. "Tínhamos tido uma capacidade tão alta de ataques, a intensidade que os jogadores puseram... O fundamental é que não conseguimos 'matar' o jogo, criámos muitas ocasiões e podíamos tê-lo feito. A nossa intenção era essa, o plano de jogo passava por jogarmos completamente no campo adversário".
No entanto, a opção de jogar no campo do adversário e de colocar muito intensidade acaba por ter consequências: "É um desgaste muito grande e as substituições foram feitas à procura desse equilíbrio, de proporcionar à equipa outras armas para poder responder ao adversário e continuar a procurar o golo".
"Nós nunca renunciamos ao ataque no FC Porto. A nossa ideia de jogo não é essa, nunca renunciámos e não vamos fazê-lo nunca.", garantiu. "São precisos equilíbrios e interpretar o momento não só do jogador que está em campo, mas também do que o outro pode dar à equipa. Tudo isso são decisões tomadas, pensadas, tudo tem o seu portque e são tomadas essencialmente para potenciar a equipa para melhor", defendeu.
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