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Presidente do FC Porto falou aos jornalistas à margem da cerimónia dos 120 anos da Livraria Lello, na Invicta
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André Villas-Boas esteve esta terça-feira na Livraria Lello, no Porto, para a cerimónia dos 120 anos daquele espaço. Aos jornalistas, o presidente do FC Porto voltou a deixar críticas às declarações de Frederico Varandas, fez uma mini-antevisão ao clássico com o Benfica e falou sobre a renovação de Francesco Farioli.
"Em primeiro lugar estou muito satisfeito com a renovação do treinador do FC Porto, Francesco Farioli. [Foi] A retribuição por parte do FC Porto do seu bom trabalho até agora. Evidentemente, todos ambicionamos títulos e é isso que desejamos, mas o trabalho até agora tem sido notável. Foi por isso que quisemos transmitir esse voto de confiança e prolongar o tempo do seu vínculo. Esperamos que seja uma força extra para a continuação da união em torno do FC Porto", começou por referir.
Clássico com o Benfica: "Que seja um jogo bem jogado, bem disputado entre duas grandes equipas de Portugal. E que eleve todo o contexto do futebol português para o lugar onde merece estar".
É sempre um jogo especial... "Um jogo de cariz especial, histórico entre duas grandes equipas e dois grandes rivais que disputam títulos de campeão nacional em Portugal, que em número maior também têm o maior número de títulos conquistados no futebol nacional. Que seja um grande jogo e um grande espetáculo".
Mourinho: "Deixou uma história ímpar no FC Porto, respeitada por todos os adeptos. Elevou o FC Porto como o clube português com mais títulos nacionais e será sempre recordado. É o treinador do nosso maior rival, do rival histórico, do Benfica, e vai competir como treinador do Sport Lisboa e Benfica. Nós iremos competir com toda a força pelo FC Porto".
Ficou satisfeito pelo processo instaurado a Frederico Varandas? "O FC Porto aguardou um tempo para ver a reação das instâncias disciplinares relativamente às declarações, que são ofensivas para o bom nome do FC Porto, da credibilidade do futebol português e também atentam contra a arbitragem ao longo de décadas. Fizemos um compasso de espera, aguardando o movimento natural das instâncias disciplinares, e constatámos que nada se passou. Foi nosso entendimento escrever à APAF, à Federação Portuguesa de Futebol e à Liga para condenar as declarações, tanto que elas atentam contra o bom nome do presidente da FPF, árbitro nessa altura. E é grave também nesse contexto. Isto deveria ter sido suficiente para a APAF se ter movimentado, mas decidiram não se movimentar. Para nós foi surpreendente que não fosse instaurado um processo relativamente a essas declarações que atentam contra o futebol português, árbitros durante décadas e contra o presidente mais titulado do futebol mundial, Jorge Nuno Pinto da Costa. A partir desse princípio, entendemos fazer uma participação. E foi do nosso agrado ver que o Conselho de Disciplina se moveu".
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