O Famalicão-FC Porto visto à lupa: regresso amargo do líder

Marchesín cometeu erro garrafal a jogar sob pressão

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De volta à organização estrutural em 4x4x2, o FC Porto entrou forte no jogo, condicionando alto a primeira fase de construção do Famalicão [1], que sentiu arduidades em ligar o jogo de forma apoiada desde trás. Contudo, reconheceu-se previsibilidade nos processos de construção e de criação dos dragões, o que redundou em dificuldades para chegar com contundência a zonas de finalização. Primeiro, por uma extrema dependência dos ataques à profundidade de Marega. Depois, pela busca incessante de cruzamentos, principalmente em bolas paradas laterais, para atemorizar o último reduto rival. Seria na sequência de um cruzamento de Otávio, que Soares, ao segundo poste, desperdiçou de cabeça a grande oportunidade para o FC Porto se colocar em vantagem.

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