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O BOAVISTA-FC PORTO de ontem marcou um novo recorde de faltas num jogo desta I Liga – nada menos de 60. O Boavista esteve em três dos cinco jogos com mais faltas deste campeonato e ninguém o estranhará, mas ontem houve dois factores a contribuírem para isto: os próprios jogadores e, também, um árbitro que foi mais um fiscal que um juiz.
O jogo não foi violento, não teve uma dureza excessiva, mas o árbitro Paulo Costa trazia de casa a lição: apitar a tudo o que cheirasse a falta. Boa parte das que ontem foram assinaladas, não o teriam sido num jogo do campeonato inglês ou, se me permitem, se fosse, por exemplo, Martins dos Santos a julgá-las. Houve alturas em que os jogadores queriam jogar e não podiam, porque qualquer encosto era falta. Foi um exagero que talvez tenha dado para Paulo Costa não ter problemas, mas não deu para haver jogo.
E, já agora, os cartões mostrados também pecaram por algum exagero, tanto mais que os homens do Boavista também se excederam – só Paulo Turra cometeu sete infracções (fora algumas que o árbitro deixou passar, porque também houve disso, como por exemplo o provável pé em riste de Pedrosa que permite lançar o contra-ataque que dá o segundo golo).
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