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Poderá vir do Mineirão o avançado que os dragões tanto pretendem para concorrer com Radamel Falcão na frente de ataque. O homem em questão é Diego Tardelli, um goleador de 25 anos considerado um dos melhores a atuar na sua posição no futebol brasileiro. O interesse da SAD é real e, sabe Record, encontram-se no Brasil empresários bem relacionados com o FC Porto a negociar a transferência do internacional canarinho. O passe do jogador está avaliado em qualquer coisa como 7 milhões de euros. Um valor que não estará fora do alcance dos cofres portistas, muito embora essa quantia ainda possa baixar, tudo dependendo da abertura que os dirigentes do Atlético Mineiro possam demonstrar.
Diego Tardelli tem estatuto no futebol sul-americano, tendo conquistado diversos títulos com clubes históricos como o São Paulo, Flamengo e Atlético. Uma projeção que lhe permitiu entrar nas cogitações do Benfica em finais de 2009. Contudo, o rival da Luz acabou por inclinar-se para os seus compatriotas Alan Kardec e Éder Luís. Tardelli não esmoreceu e manteve a sua caminhada goleadora pela formação de Minas Gerais, onde conquistou recentemente o Campeonato Mineiro.
Face às suas boas exibições, o dianteiro também conhecido por Diegol ainda sonhou com a presença no Mundial da África do Sul, mas esse era um objetivo muito complicado, face à concorrência de peso de craques como Luís Fabiano, Robinho e Nilmar. Até Adriano viu o seu nome fora das opções de Carlos Dunga.
Europa falhada
Caso as negociações com FC Porto tomem o caminho do Dragão, não será a primeira vez que Diego Tardelli experimenta uma aventura no estrangeiro. Apesar de jovem, o internacional brasileiro já teve duas passagens pela Europa. Acontece que nenhuma delas foi brilhante para um jogador da sua qualidade. A primeira surgiu na sequência da carreira vitoriosa no São Paulo, onde se sagrou campeão brasileiro. Os espanhóis do Bétis não deixaram passar em claro a sua ascensão e receberam-no a título de empréstimo. O problema é que o avançado tinha apenas 20 anos e sentiu problemas de adaptação, o que não é caso raro. Voltou ao seu país para regressar ao Velho Continente a tempo de experientar o futebol holandês, com a camisola do PSV Eindhoven, novamente por cedência. Foi utilizado em praticamente metade dos jogos do campeonato e ajudou a equipa a chegar ao final da liga no topo. Não convenceu os dirigentes e voltou ao Brasil. É na América do Sul que tem feito aquilo que melhor sabe: golos.
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