FC Porto recusou polícia na Assembleia Geral: Record revela despacho do juiz de instrução
Diretor de segurança disse à PSP que estava "tudo organizado". Juiz iliba, para já, direção portista
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A Polícia de Segurança Pública, por intermédio de Pedro Filipe Vieira da Rocha, chefe da área operacional da 3ª Divisão do Comando Metropolitano do Porto, referiu em sede própria que, "em dias anteriores a 13 de novembro de 2023", data da assembleia geral extraordinária (AGE) do FC Porto que originou a Operação Pretoriano, "tinha obtido informação de que o evento seria de grande afluência". Nesse sentido, "contactou o diretor de segurança do FC Porto, Carlos Carvalho, demonstrando a sua preocupação e recebendo como resposta que estava tudo bem planeado e organizado". "Em caso de necessidade, a PSP seria contactada", pode ler-se ainda no despacho do juiz de instrução, Pedro Miguel Vieira, a que Record teve acesso.