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04 abril

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03/06/2025

Operação Pretoriano: A estranheza de Francisco J. Marques pela ausência de polícia, a "benfiquização" do FC Porto e os "insultos" a Pinto da Costa

15.ª sessão de julgamento da Operação Pretoriano decorreu esta terça-feira no Tribunal de S. João Novo

16:14 03.06.2025

Sessão encerrada. O julgamento prossegue, amanhã, a partir das 9h30

A juíza deu por finalizada a 15.ª sessão do julgamento da Operação Pretoriano. A próxima sessão está agendada para amanhã, quarta-feira, a partir das 9h30, novamente no Tribunal de São João Novo, no Porto, com a audição das testemunhas arroladas pelo arguido Hugo Carneiro.

16:04 03.06.2025

«Ouvi bocas ao presidente, como 'acabou a mama' e 'já devias ter saído'», recorda testemunha

Bruno Nogueira é mais uma testemunha a ser ouvida na 15.ª sessão do julgamento da Operação Pretoriano e recorda o que viu na Assembleia Geral do dia 13 de novembro de 2023: "Quando cheguei as pessoas estavam a sair do auditório para o pavilhão. Era uma AG com muito mais gente do que é normal por tudo aquilo que se dizia nas redes sociais e na comunicação social. Lembro-me da reação de palmas e assobios ao discurso do presidente Pinto da Costa. Ouvi muitas bocas ao presidente, como 'acabou a mama' e 'já devias ter saído', e outras coisas que tal."

Questionado se viu alguém a ser agredido ou proibido de filmar, foi perentório: "Que tenha visto, não."

"Vi momentos de alguma confusão, mas não consigo identificar as pessoas. Depois da confusão com o Henrique Ramos acabou a Assembleia. O Saul esteve sempre connosco. A meu ver, aquela Assembleia nunca devia ter acontecido e o Saul também era dessa opinião."

"Ele [Fernando Saul] sente-se injustiçado, porque acha que não deveria ser arguido neste processo."

15:19 03.06.2025

«Lembro-me de coisas que disseram ao presidente, do género 'já devias ter morrido'", conta testemunha

Segue-se o testemunho de José Maia, funcionário de hotelaria, amigo do casal Fernando e Sandra Madureira, e de Fernando Saul.

"Havia barulho a aplaudir, a puxar pelo presidente, e também assobios misturados pelo Dragão Arena todo", recordou.

"Acompanho os jogos como adepto e estou na bancada mais ao lado dos Super Dragões. Nunca fiz parte da claque."

"Percebi que havia gente da oposição lá, na Assembleia Geral, e falei com eles, na boa... alguns são meus amigos. Falámos tranquilamente."

"Não vi ninguém a insurgir-se contra outros. Tinha muita gente, houve bocas a Pinto da Costa e cânticos de quem o apoiava..."

"Estou a lembrar-me de coisas que disseram ao presidente, do género 'já devias ter morrido'."

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14:59 03.06.2025

«É uma fase tensa, temos de segurar o barco...»

Carlos Moreira foi interpelado pela advogada que representa o FC Porto, na qualidade de assistente no processo, se fazia parte do grupo do Whatsapp 'Super Dragões 1986'? O sócio referiu que não se lembrava das mensagens que meteu no grupo.

"Não me recordo mesmo dessas mensagens...", referiu, lembrando-lhe, de seguida, a advogada do FC Porto o conteúdo de uma mensagem: "'É uma fase tensa, temos de segurar o barco, mas vai passar', escreveu lá no grupo, e não se lembra?", respondendo o sócio: "Não tenho noção de se ter falado da AG no grupo onde estava inserido. Não me lembro desse tipo de declarações e não consigo contextualizar."

Finalizou o depoimento desta testemunha.

14:40 03.06.2025

«Que eu tenha visto, não houve agressões», acrescenta o sócio portista

"Que eu tenha visto, não houve agressões. Henrique Ramos começou a sua intervenção e depois começou a confusão na bancada norte. Alguém atirou una garrafa e a Assembleia fica inflamada pelo que vem de trás. Lembro-me de ver o Fernando Madureira e a Sandra debruçados numa grade. O Saul vi-o só no recinto"

14:34 03.06.2025

«Pinto da Costa foi insultado e assobiado», revelou uma testemunha presente na Assembleia Geral

Carlos Moreira, fotógrafo de eventos, é a primeira testemunha a ser ouvida na parte da tarde. É sócio do FC Porto, estava presente na Assembleia Geral do dia 13 de novembro de 2023 e conhece o arguido Fernando Saul, antigo Oficial de Ligação aos Adeptos do FC Porto, de vista.

"O ambiente na fila era diferente, havia mais gente do que o habitual. Já se perdebia que a afluência iria ser muito grande. Havia um candidato que estava em pano de fundo e percebeu-se, principalmente nas redes sociais, que a agitação pré-Assembleia Geral era diferente do habitual. Havia tensão entre duas faces opostas... sentia isso"

"Vi insultos para com Pinto da Costa, desde 'chulo, mamão, bandido... estão a viver à custa do clube... temos de correr com estes bandidos'...", referiu este associado dos dragões, considerando que o ambiente dentro do auditório onde se iniciou a AG era normal: "O ambiente dentro do auditório era normal... vi tudo normal com alguns cânticos! Não percebi quem era de Pinto da Costa. Fiz um vídeo aí e não percebi!"

"No Dragão Arena sentei-me na bancada central, mais ou menos a meio. Havia pessoas com adereços do clube, mas qualquer pessoa pode ter adereços dos Super Dragões e não consigo distinguir."

"Vi e ouvi o senhor Lourenço Pinto ser insultado desde 'velho e filho da p.... Cala-te velho' e assobiaram Pinto da Costa, que ouviu os mesmos insultos. Pinto da Costa foi insultado e assobiado. Não vi ninguém que fosse impedido de filmar."

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12:29 03.06.2025

Intervalo para almoço. O julgamento prossegue às 14 horas

Joana, sócia do FC Porto e jurista, é a quarta testemunha a ser ouvida nesta terça-feira. Não esteve na polémica Assembleia Geral, mas dá a sua visão sobre o que se passava no universo portista naquela altura. "Achei que estava um bocado deslocada pelas opiniões que ia vendo, pessoas mais próximas e amigos meus. Não me identificava com aquilo, via expressões do género 'vamos colocar o velho dali para fora', ou 'o rei está morto, o velho tem de perceber que não adianta ir a eleições'."

"Sei que foram muitas pessoas para a AG com o espírito de mudança, se foram para provocar desacatos, não sei...", rematou a sócia dos dragões."

A 15.ª sessão do julgamento da Operação Pretoriano foi interrompida para almoço, sendo retomada às 14 horas.

12:08 03.06.2025

Finalizou o depoimento de Luís Coelho, que, a fechar, disse também não ter visto o incidente em que esteve envolvido Henrique Ramos.

12:01 03.06.2025

«O próprio Saul disse-me que as eleições estavam perdidas», revelou sócio que esteve na AG

"Vi o Fernando Madureira quando estávamos na fila a passar na Porta 1 ou 2... viu-o só a passar e não vi o que ele estava a fazer. Vi o senhor Vítor Catão a expressar-se daquela maneira 'não podemos largar o velhote' e, entretanto, as portas abriram e entrei."

"O próprio Saul disse-me que as eleições estavam perdidas, tinha a noção de que seria 20 /80 ou 30/70, e que o atual presidente iria ganhar as eleições. Ele disse-me também que achava que aquela Assembleia não deveria acontecer", acrescentou Luís Coelho, contando que temeu pela sua segurança quando viu algumas movimentações no Dragão Arena. "Desceram duas ou três pessoas e falaram com outras pessoas, mas não ouvi o que elas disseram. Se calhar, sim, foi o modo como elas se dirigiram... Pela atitude, por estarem a descer, eu decidi sair dali", apontou, garantindo: "Não vi agressões."

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11:48 03.06.2025

«Não vi ninguém ser impedido de filmar», contou testemunha

Já está a ser ouvida a testemunha Luís Manuel Teixeira Coelho, funcionário das Finanças, tendo-se apresentado como amigo do arguido Fernando Saul. É sócio do FC Porto e esteve na Assembleia Geral. "Fui dos primeiros da fila. Cheguei lá por volta das 17h30/18 horas. Fui para o P1 e depois, mais à frente, havia o controlo das pessoas. A fila foi aumentando muito. Fui-me apercebendo de que a AG era importante por causa da alteração dos estatutos, que eu era contra por se estar a discutir isso naquele momento e pouco antes das eleições. Se chegássemos a essa parte votava contra."

"Votei Pinto da Costa e assumo isso. Conversei com muitas pessoas que estavam a favor de André Villas-Boas e tudo estava a correr normalmente, enquanto aguardávamos pela decisão da mudança de local da Assembleia. Os seguranças vieram cá fora a disseram-nos que tínhamos de seguir para o pavilhão. Fomos por um acesso interior."

"Sentei-me na bancada norte e aquilo estava a encher rapidamente, e de repente alguém disse: 'Parem esta m... que há mais gente para entrar'... Depois houve umas reações e eu, entretanto, achei que não estava no melhor sítio, houve ali uma confusão, desci a bancada e fui para o outro lado."

"Especificamente não vi agressões, só me apercebi de que havia confusão, desci e, para minha segurança, saí dali, subi a outra bancada e fiquei na parte de cima"

"Lembro-me perfeitamente do discurso de Pinto da Costa, que disse que votava contra a alteração de alguns artigos da revisão. Houve um pouco de tudo, assobios, apupos, palmas..."

"Filmei um bocado quando ele discursou [Pinto da Costa] e ninguém me impediu. Não vi ninguém ser impedido de filmar. A partir do momento em que fico na bancada central de pé, noto que na AG havia uns contra e outros a favor. Ouvi muitas coisas 'cala-te velho', dirigindo-se ao presidente... ou 'presidente estamos consigo', mas não vi ninguém ser agredido por dizer 'já devias ter ido embora há muito tempo, cala-te velho'...", contou a testemunha.

11:32 03.06.2025

Rui Portovedo Lousa referiu que as funções de Fernando Saul nada tinham a ver com a organização de uma Assembleia Geral

11:29 03.06.2025

Finalizou o depoimento de Francisco J. Marques, antigo diretor de comunicação do FC Porto. Vai ser ouvido agora Rui Portovedo Lousa, administrador da Porto Comercial, na altura dos acontecimentos superior hierárquico do arguido Fernando Saul.

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11:13 03.06.2025

Francisco J. Marques: «Disse que aquilo era uma espécie de benfiquização do FC Porto»

Francisco J. Marques foi questionado se viu pessoas a cair pelas escadas abaixo no Dragão Arena. "Sei que aconteceram essas coisas, mas não vi. Estranhei, porque à minha frente vi um casal à volta dos 35 anos e a senhora desse casal desata a correr em direção à confusão e o senhor que estava com ela disse 'ela é da PJ, eles estão lixados' e depois nunca mais vimos essa senhora."

Recorda-se do que disse no Porto Canal no dia seguinte? "Condenei o que tinha acontecido. Disse que aquilo era uma espécie de benfiquização do FC Porto, porque aquilo nunca tinha acontecido numa AG do FC Porto e no Benfica até já aconteceu o presidente apertar o pescoço a um sócio."

11:06 03.06.2025

«Tenho a certeza que havia Super Dragões no auditório, porque ouviam-se bem os cânticos»

"Tenho a certeza que havia Super Dragões no auditório, porque ouviam-se bem os cânticos deles e havia muitas pessoas em cima das cadeiras. Era até impossível perceber quem estava atrás."

"Os Super Dragões apoiavam claramente a direção em funções, como, por exemplo, eu também apoiava, embora nunca me manifestei a favor de A ou B, porque entendia nas funções que ocupava não o devia fazer, como diretor de comunicação do FC Porto."

10:59 03.06.2025

Francisco J. Marques: «A única coisa que estranhei foi porque é que a polícia não entrou»

O antigo diretor de comunicação do FC Porto foi questionado se sentiu algum clima de intimidação na Assembleia Geral. "Não, não senti isso... Depois, quando se gera a grande confusão, a dada altura, especialmente, na bancada norte à direita, onde eu estava, as pessoas começam a desviar-se a fica ali um clareira... Não consigo identificar bem o que aconteceu, senti que muitas pessoas estavam indignadas... a única pessoa que identifiquei foi o Fernando Madureira. Depois viu-o a berrar e a gesticular, mas não sabendo o que estava a dizer. A ideia com que fiquei era de que ele estava a tentar controlar, era impossível ouvir o que ele disse, só o via gesticular...", referiu Francisco J. Marques, acrescentando que não esteve com o arguido Fernando Saul nessa AG

"As coisas serenaram, mas depois, passada cerca de meia hora, houve a confusão com o Henrique Ramos. "Que eu me lembre, pouca gente quis falar. O doutor Miguel Brás da Cunha falou e nem se percebia o que ele estava a dizer, fazia parte da comissão da revisão dos estatutos. O barulho era das pessoas a conversarem sobre o que tinha acontecido antes."

"O Henrique Ramos falou e depois de ele falar há ali dois sócios que se envolvem com ele. O único contacto físico que vi na AG foi nessa altura com o Henrique Ramos, aliás toda a gente viu. E para surpresa minha, vi o Tiago Aguiar ali e fiquei perplexo, porque a ideia que tinha dele era de uma pessoa super calma... aquilo não batia certo", prosseguiu o antigo responsável portista. "O Saul nunca esteve metido na confusão. "Não houve uma única votação na AG. Terminou, fiquei lá na conversa e fui-me embora", acrescentou.

Relativamemente à segurança, Francisco J. Marques referiu que estranhou a ausência da polícia depois de começarem os incidentes: "Não me lembro se falei com o Tiago Gouveia, mas ele também não tinha qualquer responsabilidade na segurança. A única coisa que estranhei foi por que é que a polícia não entrou."

Disse que na transição entre o auditório e o Dragão Arena, Tiago Gouveia e Carlos Carvalho comentaram algo consigo? "Lembro-me que essas pessoas criticaram o presidente da AG pela forma como aquilo tinha sido organizado, porque eles são as pessoas do FC Porto que tratam da operação, mas numa AG quem tem a palavra final é sempre o presidente da AG. "Se alguém tivesse que chamar a polícia seria o Carlos Carvalho, que era o diretor de segurança, a tomar essa decisão"

Em que dia Tiago Gouveia falou consigo sobre a AG? "Não consigo precisar, foi antes e pode ter sido entre quinta ou sexta"...

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10:41 03.06.2025

Francisco J. Marques: «Era muito maior o movimento de oposição do que a favor da direção que estava em funções»

Francisco J. Marques foi questionado relativamente ao que estava em causa na Assembleia Geral, ou seja, a alteração dos estatutos: "Criou-se a ideia de que aqueles estatutos serviam para beneficiar a direção e então muitos acharam que votando contra seria um voto contra a direção... Criou-se essa ideia, não sei porquê, porque não faz muito sentido. Nas redes sociais, como depois veio a acontecer, e nas próprias urnas era muito maior o movimento de oposição do que a favor da direção que estava em funções". Percebeu a movimentação de adeptos a favor de André Villas-Boas? "Isso via-se e notava-se pela manifestação das pessoas", acrescentou

"Quando cheguei ao pavilhão estava praticamente vazio, fui com o Tiago Gouveia [diretor de marketing do FC Porto] e o Carlos Carvalho [diretor de segurança do FC Porto], cheguei lá e sentei-me na bancada como um sócio comum. Sentei-me na bancada central, de frente para a mesa da Assembleia Geral."

Lembra-se do que disse Pinto da Costa? "De uma forma sintética disse que em relação aos estatutos que iam ser votados, ele era contra uns e a favor de outros. Houve muitos assobios, o que não é comum nas Assembleias Gerais do FC Porto, houve também palmas, mas muitos mais assobios, a confusão lamentável gerou-se a partir daí.

"Houve várias manifestações entre pessoas que eram a favor da direção e outras contra. O que se ouvia mais era aquela coisa do 'não aplaudes' e misturado com muitos insultos... 'És um filho da p... e um cabrão', mas isso era de parte a parte. Quando estávamos no Dragão Arena não me lembro de ter havido cânticos"

Consegue distinguir cânticos dos Super Dragões ou meros associados e esses cânticos eram ofensivos? "Os que me lembro no auditório eram os normais que acontecem nos jogos"

10:30 03.06.2025

Francisco J. Marques: «Todos sabíamos que aquela Assembleia Geral iria ter uma afluência anormal»

Francisco J. Marques confirmou a presença na polémica Assembleia Geral do dia 13 de novembro de 2023 "na qualidade de sócio" e diz ter-se credenciado "numa mesa de acreditação que havia no parque de estacionamento, local de credenciação que era só usada pelos funcionários".

"Não tenho noção nenhuma de me ter sido entregue alguma pulseira, mas não posso jurar. Quando cheguei à mesa de credenciação estavam duas hospedeirras e fui para o auditório. Entrei e saí, porque estava cheio, um ar completamente irrespirável e estava imensa gente cá fora. Era evidente que a Assembleia Geral não iria decorrer ali. Isso era óbvio para mim, porque estava uma fila enorme de sócios à espera para se acreditarem", disse o antigo diretor de comunicação dos dragões.

"Todos nós sabíamos que aquela Assembleia Geral iria ter uma afluência anormal em relação ao que era costume. Não falho uma Assembleia Geral desde 2012 e todas decorreram nesse auditório, que nunca estava cheio... As Assembleias nunca têm comunicação social lá dentro, a minha única intervenção cingia-se a ver os anúncios que se publicavam depois das Assembleias. Na na semana anterior, em conversa com o diretor de marketing, soube que estavam previstas duas alternativas para a Assembleia Geral e soube que estava a Tribuna VIP como solução de recurso se o número de pessoas se justificasse e se o número fosse maior enntão mudaria para o Dragão Arena. Nunca houve pulseiras, só nessa é que houve e não faço ideia de quem tomou essa decisão. Imagino que tenha sido só para controlar por causa da mudança do local", acrescentou Francisco J. Marques.

10:17 03.06.2025

Começa o depoimento de Francisco J. Marques

Francisco J. Marques, antigo diretor de comunicação do FC Porto, é a primeira testemunha a prestar depoimento em tribunal na sessão de hoje. Apresentou-se como "jornalista no desemprego" e quando questionado sobre se conhecia os arguidos, revelou que só alguns "porque serão figuras públicas e outros só pelo nome".

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10:11 03.06.2025

Hugo Carneiro, um dos arguidos no processo, prescindiu de algumas testemunhas, informou a juíza.

10:08 03.06.2025

Vítor Baía ouvido no dia 16 deste mês

Hoje, está previsto serem ouvidas oito testemunhas. Vítor Baía, antigo administrador da SAD do FC Porto, passou para o dia 16 deste mês. Quanto a Lourenço Pinto, antigo presidente da Mesa da Assembleia Geral do FC Porto, será ouvido na próxima quinta-feira

10:00 03.06.2025

A 15.ª sessão do julgamento estava inicialmente agendada para as 9h30, mas ainda não começou.

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09:33 03.06.2025

Os arguidos, bem como as testemunhas indicadas pela defesa, vão chegando ao Tribunal de São João Novo, no Porto

09:27 03.06.2025

Francisco J. Marques presente

Ao tribunal já chegaram Fernando Madureira - único arguido em prisão preventiva - e a mulher, Sandra. Francisco J. Marques, antigo diretor de comunicação do FC Porto, marca hoje igualmente presença (é testemunha no processo)

09:25 03.06.2025

Nova sessão de julgamento

A 15.ª sessão do julgamento da Operação Pretoriano, que decorre no Tribunal de São João Novo, no Porto, arranca esta manhã. A sessão de hoje voltará a contemplar os depoimentos de várias testemunhas arroladas pelas equipas de defesa dos arguidos.

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