Alternate Text

Próximo jogo:

By:

Logo ESC Online

FC Porto

FC Porto

20:30

04 abril

Famalicão

Famalicão

13/06/2025

De Catão "como papagaio" ao burburinho e às coisas que Pinto da Costa não gostava: assim foi a 19.ª sessão de julgamento

Defesa de Madureira prescinde de depoimento de Vítor Baía

16:07 13.06.2025

Sessão encerrada

Dispensado Jorge Correia, a última testemunha do dia seria Bernardino Barros, antigo comentador do Porto Canal. No entanto, a defesa de Fernando Madureira acabou por prescindir do seu depoimento. Perante isto, a juíza deu por encerrada a 19.ª sessão do julgamento da Operação Pretoriano. A próxima sessão está agendada para segunda-feira. 

16:01 13.06.2025

Ruído "ensurdecedor"

Fala agora Jorge Correia, que no início do processo foi advogado de defesa de alguns dos arguidos. Esteve na AG e recordou algumas conversas "mais acesas" entre sócios, apontando depois o momento em que tudo se descontrolou. "O dr. Lourenço Pinto vai intervir e lança a votação à apreciação dos artigos. Há pessoas que se levantaram e a partir daí a situação nunca mais se acalmou. Ninguém percebeu mais qual era a votação em causa. As críticas eram muitas e há um momento em que fica ensurdecedor. Após o momento da agressão a Henrique Ramos, nunca mais a AG ficou calma". lembrou. 

15:28 13.06.2025

Sócio a ser ouvido

Sardoeira Pinto foi dispensado, estando agora a ser ouvido um sócio do FC Porto que esteve na AG. 

Pub
14:46 13.06.2025

Sardoeira Pinto e o burburinho

Sardoeira Pinto afirma que, no seu entender, o burburinho criado nas redes sociais nos dias anteriores à AG acabou por confundir as pessoas sobre o que se iria discutir na reunião. "Havia a ideia generalizada, desconhecendo os estatutos propostos, que isto seria uma goleada histórica dada na secretaria, que a direção de Pinto da Costa se perpetuaria", referiu, prosseguindo: "Era preciso dar voz a toda a gente, a polícia ia estar presente, não havia risco... Em suma, um apelo a que todos os sócios aparecessem. A balbúrdia multiplicou-se, o sócio ficaria com a ideia que se tinha de tomar qualquer decisão, porque ia acontecer qualquer coisa de má com o clube."

E continuou: "Com o burburinho, ninguém tinha percebido qual era a votação dos estatutos. O burburinho abafou tudo. Apresentei uma ata no dia 9 de fevereiro de 2024 a expor isto. A ideia de Lourenço Pinto é, eu faço tudo e vocês assinam quando for preciso. Foi isso que eu senti."

14:41 13.06.2025

Sessão retomada

Os trabalhos recomeçaram, novamente com Sardoeira Pinto a prestar declarações. 

12:44 13.06.2025

Sessão interrompida

A juíza deu por terminada a 1.ª parte da sessão. Os trabalhos recomeçam às 14h30, após pausa para almoço. 

Pub
12:43 13.06.2025

Sardoeira Pinto pediu que AG terminasse

Sardoeira Pinto assumiu que o ambiente começou a ficar pesado quando se passou para o Dragão Arena. "O sururu na bancada norte, acabou quase de imediato. Esteve interrompida a AG em cerca de dois minutos. Em oito minutos de AG, o Dr. Miguel Brás da Cunha começou a falar, mas volta e meia era insultado. Da forma que estávamos dispostos na Assembleia, era complicado contar votos. Tentar contar era quase impossível, tornava-se complexo.”

Mais algum episódio de confronto físico dentro? “Lembro-me de um sócio e Henrique Ramos, depois um outro que se envolveu com ele em zaragata. Isto aconteceu tudo à nossa frente. Outros fizeram gestos feios, à minha esquerda, cerca de 5 metros de distância. Entre Henrique Ramos e um professor de matemática, viria a ser condenado pelo Conselho Superior", recordou, lembrando depois que o presidente da MAG foi alertado para terminar a reunião magna: "Falámos com o Lourenço Pinto e o presidente do Conselho Fiscal que tínhamos de terminar aquela AG, estava impossível. Alguem meteu a cabeça entre o Lourenço Pinto e o Nuno Cerejeira Namora a dizer: "acabem com esta m...! Quando falou Henrique Ramos, ouvimos de longe uma voz a dizer "Cala te oh boi". O Lourenço Pinto jurou a pés juntos não ter ouvido isto, mas era a mais audível."

12:18 13.06.2025

Ex-secretário da MAG viu relativa normalidade

Agora é a vez de Fernando Sardoeira Pinto, secretário da MAG à altura dos factos, prestar declarações. "Tinha 15 anos e já ia com o meu pai às AG do FC Porto", referiu, falando depois dos confrontos: "A única novidade foi ter uma pulseira quando mostrei o cartão de sócio. Não tomei essa decisão, deve ter sido da organização. Havia muito ruído à volta da AG. O auditório iria certamente ser pequeno. Iria ser preparada uma segunda mesa, aí, fazia sentido ter a pulseira, uma vez entrados no esquema íamos ser acompanhados. Durante a tarde, estávamos todos convictos que íamos para a tribuna VIP. Conseguia oivir quem falava, mas com dificuldade. É normal que a AG esteja barulhenta, isto acontece ao longo da Assembleia, às vezes comparamos apontamentos."

12:00 13.06.2025

Vítor Hugo, ex-dirigente, recorda agressões

Vítor Hugo, antigo responsável pelo basquetebol, está a prestar declarações. "Estive na AG, se me recordo onde assisti? Sim, estava no lado esquerdo da mesa da AG. Foi com muito esforço que ouvi o Miguel Brás da Cunha, estava muita gente. Da bancada, foi mais fácil ouvir certas coisas. Houve muita dificuldade", recordou, abordando também os insultos: "Recordo-me, estava de costas e ouvi, no topo norte, insultos. E depois passou para a mesa da AG, houve alguma forma de insultos. “São mamões, a mama vai acabar, eu vou aí e parto-te todo, isto é uma vergonha. O Miguel Brás da Cunha foi interrompido várias vezes. O discurso do Miguel foi pela alteração dos estatutos, que era um trabalho dos sócios. E ouviu-se das bancadas: “então se é, vamos esperar que entrem todos que ainda não entraram."

Vítor Hugo também falou sobre os confrontos. "Lembro-me, apesar de estar de costas para a bancada, recordo-me de um objeto que voou do topo da bancada norte e, depois, há uma senhora com o marido e filho, suponho familiares, que entraram em confronto com um adepto, que saiu da bancada lateral para a norte. Ela sai do topo norte e vai-se sentar atrás, numa bancada pequena onde costumam estar os jornalistas. Passou por mim a insultar: “mamões, isso vai acabar. Um amigo meu também se virou para mim e disse que éramos responsáveis pelo que estava a acontecer. Falou para mim diretamente", referiu. 

Pub
10:50 13.06.2025

Catão com medo de Bruno Branco

O genro de Vítor Catão revelou ainda o receio que passou a existir com Bruno Branco. "Depois da AG, o Vítor mete um vídeo de uma alegada ameaça do Bruno Branco durante uma entrevista do Villas-Boas. Já vimos isso aqui. Ele, passado uns tempos, ligou-me assustado porque o Bruno Branco lhe disse que o ia matar. Ele, através de outras pessoas, soube disso, que ou apagava o vídeo ou era morto. Nunca o vi assim, até antes de ser detido, nunca o vi com medo de ir sozinho à rua, ou de meter vídeo-vigilância em casa e de ficar sempre lá", revelou. 

10:35 13.06.2025

Vítor Catão era "como um papagaio"

O  genro de Vítor Catão falou em tribunal para o defender. Foi à Assembleia de 13 de novembro. “Fui buscar o Vítor antes da AG, porque ele estava reticente em ir, ia a acompanhar um jogador da equipa principal que queria ir e foi conosco. Prefiro não dizer quem foi. Fomos ao Shopping comer alguma coisa, porque ele é diabético", recordou, explicando depois quem é Vítor Catão.

“O Vítor criou uma personagem, que é o Vítor Catão. Acabou por entrar numa realidade paralela. A família e os amigos eram contra os diretos que ele fazia. Não gostava, ele já tinha um passado no futebol como dirigente. Nesta fase era diferente, estava muito crítico de tudo. Faz vídeos e diz coisas que não correspondiam à verdade, tínhamos que o confrontar com a verdade. O problema do Vítor é que funcionou um pouco como papagaio. Se eu chegasse e dissesse: “Olha, o fulano roubou 50 milhões”, ele não ia verificar, fazia um direto e dizia", referiu o genro de Catão, completando: "As pessoas achavam piada àquilo, achava que as pessoas gostavam dele, e que aquilo estava a funcionar. A família condenava o que ele fazia. Deixávamos de falar para ele semanas a fio."

Interesse no futebol: "Puramente por paixão. Ele trabalhou para o FC Porto sem ganhar nada. Entrava nos balneários, tinha um acesso privilegiado na estrutura, presenciei ele e o Reinaldo Teles a encontrar-se e a cumprimentarem-se. O Pinto da Costa também, embora não gostasse de algumas coisas que ele dizia. Eu acho que ele não tinha a noção, tinha um deslumbramento pela internet."

Pertencia à claque? "Não, nem fez parte de nenhum grupo, que eu saiba. Não estava no grupo de WhatsApp, ele era visto como uma pessoa não credível, ou até um ator. Se ele visse alguma coisa ia acrescentar pontos. Eu nunca fui sócio da claque, mas quando vamos a jogos no estrangeiro ou em Lisboa, não vamos sozinhos. Corre o risco de coisas acontecerem como aconteceu no jogo de hóquei agora há pouco."

10:29 13.06.2025

Segurança recorda agressões

Foi agora ouvido um dos seguranças que esteve presente no interior do Dragão Arena na noite da AG. "Após o Henrique Ramos ter falado, ele ia dirigir-se à bancada norte e disse-lhe para não ir, porque ia haver confusão. Ele disse que não tinha medo e foi, e eu voltei a dizer-lhe, o ambiente estava agitado... Ele entrou na bancada e sentou-se junto à 1.ª fila. Entretanto, mal se sentou, comecei a ver pessoas do cimo da bancada a dirigir-se a ele. Começaram-se a aproximar do Henrique, eu peguei-lhe no colarinho e puxei-o para baixo. Houve um senhor do lado esquerdo que lhe acertou ligeiramente com um pontapé. Não sei quem era", recordou. 

Pub
10:07 13.06.2025

Padre defende Catão

A primeira testemunha a prestar declarações foi o padre de Vítor Catão. "Ele foi-me apresentado por um sacerdote amigo, de Lordelo. Se já tinha ouvido falar dele? Não, nada de vídeos, só o conhecia do futebol. Nunca cheguei a visualizar esses tais vídeos, redes sociais não são o meu forte. O sr. Vítor é um dos meus grandes amigos, efusivo e brincalhão", referiu o pároco, acrescentando: "Quando esta situação ocorreu fui o primeiro a entrar em contacto com ele, não estava muito feliz com esta situação. Arrependimento? Sim, não posso revelar muito como é óbvio. O que posso dizer é que não está muito bem nesta situação. A sua vida normal está em risco de ser influenciada."

09:59 13.06.2025

Arranca a sessão

Com cerca de meia hora de atraso, arrancou a 19.ª sessão do julgamento da Operação Pretoriana. Vai começar por ser ouvida uma testemunha de defesa de Vítor Catão. 

09:47 13.06.2025

Defesa prescinde de Baía

Afinal, Vítor Baía não será ouvido neste julgamento, uma vez que a defesa do casal Madureira prescindiu do depoimento do antigo vice-presidente do FC Porto. 

Pub
09:26 13.06.2025

Sandra Madureira também já chegou

A carregar o vídeo ...
Sandra Madureira também já chegou
09:22 13.06.2025

Fernando Madureira já em tribunal

'Macaco' já chegou a tribunal na carrinha celular, como é habitual

09:21 13.06.2025

Mais uma sessão de julgamento

Arranca esta manhã, no Tribunal de São João Novo, no Porto, a 19.ª sessão de julgamento da Operação Pretoriano. Vítor Baía será ouvido hoje na qualidade de testemunha de defesa do casal Madureira.

Pub
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Porto ver exemplo
Ultimas de FC Porto
Notícias
Notícias Mais Vistas