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Além de Paulo Fonseca e Villas-Boas, mais dois treinadores do FC Porto mereceram a honra de ter cláusula de rescisão nos respetivos contratos...
A 21 de junho de 2011, quando apresentou Vítor Pereira, Pinto da Costa revelou que a claúsula de rescisão do treinador era de 18 milhões de euros. Esse valor é superior em 3 milhões ao que agora está associado a Paulo Fonseca.
O contrato de Paulo Fonseca está blindado com uma cláusula de rescisão de 15 milhões de euros, precisamente o mesmo valor que constava do vínculo assinado com André Villas-Boas, no verão de 2010. Como se sabe, esse valor não foi suficiente para o proteger do ataque do Chelsea, que o levou no ano seguinte.
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"Zangado com Villas-Boas? Não. Havia um contrato que previa uma cláusula de rescisão sem justa causa. Era o mesmo que perguntar a Villas-Boas se ficaria zangado por termos exigido os 15 milhões", lembrou Pinto da Costa, reconhecendo grande mérito no trabalho desenvolvido pelo técnico, no dia da apresentação de Vítor Pereira.
Além de Paulo Fonseca e Villas-Boas, mais dois treinadores do FC Porto mereceram a honra de ter cláusula de rescisão nos respetivos contratos. Quem inaugurou essa modalidade foi José Mourinho e o Chelsea teve mesmo de desembolsar os 5 milhões de euros para o levar para Stamford Bridge, em 2004, após a conquista da Champions.
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