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Presidente revelou que a continuidade ficou acertada depois da eliminatória com o Arsenal
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Pinto da Costa revelou, em entrevista ao Porto Canal, que a renovação de Sérgio Conceição ficou apalavrada após a eliminatória com o Arsenal, acrescentando que o salário do treinador vai ser o mesmo da ligação que terminava no final da presente época.
"Uma renovação normal, em relação a remunerações dos quatro anos não vai receber nem mais um euro do que recebeu neste contrato. Ele quer acabar um trabalho que considera ainda não estar acabado. Para além de o considerar família, reconheço-lhe grande capacidade", disse Pinto da Costa, lembrando que no verão passado o treinador recusou rumar à liga saudita: "No ano passado, num momento difícil, teve um contrato de 45 milhões de euros para ir para a Arábia Saudita, num hotel de Paris. Vieram-no buscar, quase o obrigaram a assinar, ele telefonou-me, conversámos e disse que ficava no FC Porto. Isso tem um valor inestimável. Não está muito feliz e amanhã e aparece mais dinheiro e salta logo... Não. Eram 45 milhões de euros limpos, com jato particular e tudo. Ele tem coração de dragão, mas não deixei de ficar admirado com a atitude. Há pessoas que vivem para o dinheiro, mas outras querem ganhar dinheiro e vivem para as suas paixões."
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Decisão de renovar
"Fiz antes das eleições sem problemas, porque foi colocado no papel o que estava decidido. A decisão foi tomada há muito tempo. Para mim, sempre foi assim. Quando consideramos a possibilidade de seguir em frente? Foi após a eliminação injusta e definitiva com o Arsenal. Desafiei o Sérgio Conceição a fazer melhor para o ano seguinte e ele aceitou. Conversamos e não deu para formalizar antes, mas para mim já estava resolvido. Quando o Sérgio dá a palavra, ele não falha. Assinei agora porque estamos a entrar numa fase importante, temos uma Taça para ganhar, e entendi que, para a segurança de todos e para que os jogadores sintam que o líder, que eles adoram, continua ao nosso serviço."
Timing pré-eleitoral
"A Lista B, de Villas-Boas, criticou-me por não ter renovado o contrato com o Sérgio mais cedo. Se ele me criticava por não ter feito isso, quis corrigir antes do final do mandato. Villas-Boas sempre disse que a primeira coisa que queria em relação ao treinador era Conceição. O Nuno Lobo também, então está tudo acertado. Se todos queremos o mesmo, eles já têm a vantagem de recebê-lo."
O que pode salvar a época
"Troféus temos ganho... Nos últimos quatro anos o FC Porto ganhou tanto troféus como Sporting, Benfica e Sp. Braga juntos. Não há crise de troféus. Nos meus mandatos com Sérgio Conceição já tivemos dez vitórias em troféus, podemos fazer o 11.º na Taça de Portugal. As receitas da Champions, que não vamos ter, são extraordinárias. Tornaram-se ordinárias, porque sempre estivemos lá. Vai faltar? Vai. Mas vamos ter outra. Fruto do trabalho da equipa e do treinador, vamos estar no Mundial de clubes, que nunca estivemos. Vamos receber 50 milhões de euros. Vamos perder da Champions, mas não é um catástrofe. Não entra de um lado, mas entra do outro lado."
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