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Discurso emotivo a fechar o jantar comemorativo dos 42 anos de presidência dos dragões
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Pinto da Costa discursou no final do jantar comemorativo dos 42 anos de presidência do FC Porto, realizado no Casino de Espinho, perante uma plateia que contava, entre outras figuras ilustres, com Sérgio Conceição, Pepe e Paulo Futre. O presidente, a fechar, explicou o porquê de se candidatar e garantiu que continuará até que os portistas desejem.
"Pensei se me devia candidatar ou não, achavam que eu tinha direito a acompanhar o FC Porto sem responsabilidades, sem preocupações. Mas entendi que o meu destino, se o meu destino traçado pela minha mãe era servir o FC Porto, eu não podia virar as costas ao clube. Por isso estou aqui a comemorar os 42 anos em que tive a felicidade de presidir o FC Porto. Também me tenho prejudicado muito por não ter podido gozar mais da presença da minha família. Só a paciência da minha mulher, filhos e netos fazem minorar a tristeza de não poder conviver mais com eles. Mas se a minha mãe disse que este era o meu destino, vou cumprir. O fundamental é haver paixão, sem paixão pelo FC Porto e pelo que fazemos, não é possível aguentar muito tempo, são muitos os problemas para os dirigentes, treinadores, jogadores. Mas quando se ama sinceramente, quando se é apaixonado por uma causa, não há dificuldade alguma que nos faça recuar, ceder, levar a deixar de lutar pelo FC Porto. Pela minha parte, muito grato a todos pela vossa presença. Deixo uma afirmação com todo o meu sentido: enquanto quiserem, lutarei pelo FC Porto até ao meu último dia", frisou Pinto da Costa, que elogiou ainda os treinadores que passaram pelo clube, em especial Sérgio Conceição.
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"Tive a felicidade de saber escolher sempre os melhores treinadores. Para ter sucesso, é fundamental a escolha mais difícil e importante é o treinador. Tive sempre a ousadia de acreditar naqueles que acreditava, que escolher aqueles de que muitos duvidavam. Pedroto, Artur Jorge, Ivic, Robson, a todos eles tive o cuidado e preocupação de escolher não o mais cotado ou badalado, mas aquele que eu acreditava cegamente que seria o que nos levaria às melhores vitórias. Tive aquele com a maior paixão pelo FC Porto, o Sérgio Conceição", atirou o presidente, que dedicou ainda algumas palavras a Pepe para lembrar todos os grandes jogadores que passaram pelo FC Porto.
"Tive equipas muito fortes, jogadores sensacionais e jogadores com grande paixão. Da minha primeira equipa, quando era diretor, queria salientar três, que infelizmente já cá não estão: Joaquim Torres, o Fernando Gomes e o brasileiro Celso. Na memória deles quero agradecer a todos os que já partiram. Na pessoa do Pepe, agradeço a todos os presentes que são um exemplo para todos os que amam o FC Porto e que, não um jovem, tem um coração de 20 anos e um amor eterno ao FC Porto. Nele, quero uma grande salva de palmas para todos", referiu.
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