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Presidente garante que o projeto do FC Porto continua a "alimentar altíssima ambição desportiva"
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Pinto da Costa fez um retrato à atualidade do FC Porto para justificar que o clube não perdeu competitividade desportiva, como muitos têm apregoado. No seu artigo de opinião na edição deste mês da revista 'Dragões', o presidente dos azuis e brancos assegurou ainda que ambição fará sempre parte do seu plano para o clube.
"Desde que sou presidente do FC Porto, estão muito bem estabelecidas as prioridades do clube. A primeira é ganhar, a segunda é ganhar e a terceira também é ganhar. Nada é mais importante do que isso e não nos temos saído mal com esta política. Se olharmos para os últimos 40 anos, ganhámos mais do que os outros. Se olharmos para os últimos quatro, também. Não posso, por isso, estar de acordo quando dizem que perdemos competitividade desportiva", começou por escrever Pinto da Costa, lembrando depois resultados recentes para justificar que a ambição se mantém no topo.
"Perder competitividade é ser a única equipa portuguesa capaz de ultrapassar a fase de grupos da Liga dos Campeões? É lutar de igual para igual e conseguir ser melhor do que o segundo plantel mais valioso do mundo? É derrotar por 5-0 um clube que nas duas últimas épocas gastou mais de 200 milhões de euros em reforços? Baixar o nível desportivo é contratar na mesma época jogadores com a qualidade do Alan Varela, do Nico González e do Otávio? É ter três atletas na seleção do Brasil e quatro na de Portugal? É manter o treinador com mais jogos, mais vitórias e mais troféus da história do FC Porto?", referiu o presidente, assegurando procurar sempre mais e melhor para o clube: "Tanto eu como quem trabalha comigo nunca estamos satisfeitos e queremos sempre mais. Tenho a certeza de que neste momento podemos encarar o futuro com a convicção de que estamos no caminho certo para continuar a alimentar a nossa altíssima ambição desportiva."
A fechar, Pinto da Costa homenageou Artur Jorge, ex-treinador que faleceu recentemente e que é a figura maior desta edição da revista. "Foi essa avidez de troféus que me levou a contratar Artur Jorge em 1984. Contra a opinião de quase toda a gente, não tinha dúvidas de que era o treinador certo para tornar o FC Porto hegemónico em Portugal e vencedor a nível internacional. Felizmente, não me enganei. Com ele praticámos excelente futebol, ganhámos campeonatos, Taças e Supertaças, chegámos ao topo na inesquecível final de Viena. O Artur Jorge era um homem do Porto e do FC Porto, competente, sério e ambicioso. Merece todas as homenagens que lhe possam ser feitas, mas sei bem que a que mais lhe agradaria seria ver o FC Porto a manter o nível a que ele o elevou. A ganhar", finalizou.
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