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Líder portista fala da obsessão de ambos por vencer e da forma como lidam com a derrota
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Na extensa entrevista à Revista Dragões, divulgada hoje, Pinto da Costa comparou o atual técnico Sérgio Conceição ao mestre José Maria Pedroto, duas referências na história do FC Porto.
"Acho que são os que têm características mais parecidas, mesmo sendo diferentes. Um e outro viviam ou vivem o futebol 24 horas por dia. Eu cheguei a fazer férias no Algarve e, certa vez, fomos pescar para o mar passámos a vida a fazer contas àquilo de que precisávamos e àquilo de que não precisávamos. No fim, a dona Cecília dizia: ‘Vocês só pensam no futebol, vocês sonham com o futebol!’. E nós respondemos: ‘Não, nós não sonhamos com o futebol, nós queremos é ganhar! E para ganhar, não podemos adormecer’", contou Pinto da Costa.
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"Nisso acho que o Sérgio é o treinador mais parecido e mais obcecado por ganhar. Felizmente, porque isso não é uma censura, é um louvor. É também o que convive pior com a derrota, tal como o Pedroto. Perder deixava-o doente. Na forma como convive com os jogadores, o Sérgio também é o mais parecido. O mais semelhante ao Pedroto, embora tendo também características diferentes, é o Sérgio Conceição", acrescentou o presidente do FC Porto, tendo apontado aquele que é o perfil ideal de um treinador para os dragões: "O perfil ideal é saber que tem de ganhar, tem de estar obcecado por ganhar."
Pinto da Costa explicou que escuta a direção na hora de escolher treinadores mas que a decisão final é sua e nem sempre foi consensual na cúpula diretiva. "Já escolhi treinadores que fizeram com que a restante direção levasse as mãos à cabeça e me avisasse do fiasco que iria ser, como aconteceu, por exemplo, com o Artur Jorge. Ele mesmo sabia que havia no clube pessoas que achavam que era uma loucura contratá-lo", contou.
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