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Ex-presidente do FC Porto, ainda assim, diz que não mete as mãos no fogo por ninguém
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Pinto da Costa voltou à Assembleia Geral Extraordinária (AGE) de 13 de novembro do ano passado que, de certa forma, provocou uma mudança enorme na realidade do FC Porto.
Em entrevista à TVI, o ex-líder dos azuis e brancos falou ainda de Fernando Madureira, detido no âmbito da 'Operação Pretoriano', que foi desencadeada precisamente por essa noite negra.
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"As mãos no fogo não ponho por ninguém, mas acho que está preso injustamente. Em momento algum na AGE há ele a agredir alguém. Nunca agrediu ninguém. Houve uma AG de contas em que o André Villas-Boas votou contra e, na hora de ele sair, quem o levou ao carro foi o Fernando Madureira. Ele não tinha nenhum problema com o André Villas-Boas. Tinha as suas convicções, tinha a claque que enchia os estádios, ainda nos Açores foi uma tristeza ver aquelas bancadas", afirmou Pinto da Costa, comentando, depois, o enriquecimento do ex-líder dos Super Dragões.
"Algum dinheiro acho que ganhou, tinha um acordo em que comprava os bilhetes por x, uns ficavam na claque, outros vendiam para ganhar algum para as despesas das deslocações. Segundo dizem, ganhou algum dinheiro...", afirmou Pinto da Costa.
E, sobre Macaco, rematou de seguida: "Se a fortuna que tem foi graças a mim? Não. Tinha um acordo com o FC Porto que foi cumprido. Ia buscar bilhetes e pagava o anterior. Se ganhava dinheiro depois com os bilhetes, os problemas já não eram nossos. Considero-o amigo. Se fosse um traficante de droga não seria. Ficaria surpreendido se ele fizesse isso. Já o fui ver. Falámos do FC Porto. Achei que ele estava com muita força, com revolta, mas com força. Ele estava mais preocupado comigo do que com ele."
Por fim, sobre as agressões na AGE, continua a descartar qualquer responsabilidade: "Aquilo foi muito bem preparado. Nunca se viu incitamento por parte da equipa de André Villas-Boas para filmarem tudo, para estarem em grupo... Quem vai para uma AG e pede para filmarem é porque sabe que há tudo para filmar. E houve uma coisa estranha: três procuradores, sócios do FC Porto, estiveram lá a controlar a AG. Acabou às 2h da manhã e, no dia seguinte, às 10 horas já estava uma queixa de uma procuradora contra os acontecimentos. Houve instrumentalização daquele grupo com a colaboração da Justiça."
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