Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Jovem avançado espanhol, que acabaria por ser 'resgatado' pelo FC Porto, treinava à parte nos colchoneros
Seguir Autor:
Samu Omorodion vive agora dias felizes no FC Porto, mas a verdade é que passou por um "mau bocado" no último verão, depois de ter ter sido colocado a treinar à parte no Atlético Madrid, após regressar de um empréstimo ao Alavés.
"Por causa do ouro nos Jogos Olímpicos não foi um verão tão amargo. Mas foi um período complicado. Quando estive em Madrid passei um mau bocado. No final, graças a Deus, tudo acabou bem. Se não fui para o Chelsea foi por alguma coisa e tudo acabou por ser melhor assim", começou por explicar o jovem avançado espanhol, numa entrevista à agência EFE.
Relacionadas
Depois, explicou o que correu mal no Atlético Madrid. "Treinava à parte. Não me sentia parte de nada como futebolista. Treinava e a minha cabeça dizia-me que não. Passei mal, chorei muitas noites... A minha família, a minha mãe, todos passaram mal. Mas graças a Deus as coisas avançaram rápido e acabei por tomar a melhor decisão."
Samu admite que não recebeu qualquer explicação por parte dos colchoneros. "Ninguém falou comigo e eu não falei com ninguém. Continuava a ser jogador do Atlético Madrid, tinha de ir treinar e cumprir. São coisas acontecem no futebol e que nos dão experiência, lições para o futuro."
Médio do FC Porto compareceu, nesta segunda-feira, no Quartel do Viso, no Porto
Central convocado para defrontar a Turquia, no dia 31 deste mês
Turco Atakan Karazor assume que a vitória frente ao RB Leipzig, para o campeonato, deu moral à equipa
Antigo árbitro internacional espanhol avalia lances polémicos da 26.ª jornada da Liga Betclic
Adeptos do Valerenga deixaram este domingo mensagem de contestação contra a federação e o emblema de Bodo
Em comunicado, organismo que tutela o futebol europeu diz que AFA rejeitou as três propostas alternativas apresentadas
Antigo jogador do FC Porto foi alvo de mais de 50 queixas entre 2019 e 2023