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09 abril

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Sérgio Conceição arrasa Ricardo Sousa: «Não honrou o nome da família, não honrou o pai nem o filho»

Técnico do FC Porto bastante agastado com o homólogo do Mafra

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Sérgio Conceição estava naturalmente insatisfeito pelo empate do FC Porto diante do Mafra, ainda que tenha destacado a forma como a sua equipa soube reagir à desvantagem que tinha ao intervalo. Por outro lado, o técnico portista deixou duras críticas a Ricardo Sousa, o treinador dos mafrenses.

"Falamos do jogo ou do jogo que não houve? O que tivemos, do que se passou...? Podia ser politicamente correto, mas não tem a ver comigo. Não podemos oferecer 45 minutos, faltou agressividade no processo defensivo, com bola também pressionámos pouco, provocámos pouco a última linha do Mafra. E quando é assim, mesmo com uma equipa do escalão inferior, acabámos por sofrer dois golos. Na segunda parte fizemos onze remates, o Mafra não sei se chegou. Marcámos dois golos, podíamos ter feito mais... E depois é o que é o futebol português. Vou tornar-me repetitivo... Em Mafra sou expulso por meter uma bola para fora. Hoje viu-se de tudo no banco. O treinador adversário, que não honrou o nome da família, não honrou o pai nem o filho, a dar um encontrão ao Wendell... não se passa nada. Permitiu-se perdas de tempo constantes. Desde o início do jogo, no segundo tempo acentuou ainda mais, com o guarda-redes a perder tempo de forma constante. Dar um amarelo ao guarda-redes não serve. Prefiro que não dê. Mas não foi por isso que não ganhámos o jogo. Nós não podemos oferecer, já o disse. Depois é o futebol português. Pode haver essa estratégia. O árbito tem de dar 12, 14, 16 minutos de compensação. Tem de dar. Até porque provocámos muito o Mafra, tinha todas as condições para chegar à vitória. Mas é isto, o futebol é isto", apontou, em declarações à SportTV.

Sobre aquilo que leva deste jogo, o técnico assume que há muito a reter. "Levo algumas situações positivas, mas outras tantas ou mais negativas. Alguns jogadores notou-se que tinham falta de ritmo. Isso não é desculpa, porque se treinámos com exigência temos de estar prontos. Acredito que, depois na rotina, esse entrosamento não seja perfeito. Temos de meter outras características no jogo, o que faltou na primeira parte. Na segunda fomos a equipa que somos. Podíamos ter feito mais. Empatámos, temos dois jogos para corrigir. A jogar em casa ou fora temos o apoio do público. E aproveito para agradecer, porque vieram cá num horário nada convidativo. Não serve de desculpa, temos jogadores no Mundial, temos lesionados... e não são só seis! Podemos bitaitar, dizer realidades que não são e passar a imagem do que não se passou", disse, em clara alusão ao que Ricardo Sousa tinha dito minutos antes.

"Podemos apresentar todos os contextos para que tivessemos feito o que fizemos, mas não há. Dependemos de nós e não fizemos muitas coisas hoje, principalmente na primeira parte. Na segunda foi diferente. Os jogadores tiveram o orgulho e nobreza de ir buscar o resultado. Esta é uma prova que, por si só, está implícita no nosso dia a dia. Vamos ver com calma o jogo, para trabalhar o Chaves daqui a 15 dias. É este o nosso contexto", concluiu.

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