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Treinador aborda a sua situação no FC Porto e lembra conquistas desde a sua chegada como acontratação que "já teve sete vezes o retorno"
Depois do empate com o Rio Ave, Sérgio Conceição sugeriu sair do FC Porto no final da temporada, palavras que os adeptos não gostaram de ouvir. Esta sexta-feira, em conferência de imprensa de lançamento ao jogo com o Aves (amanhã, 20h30), o técnico dos azuis voltou ao tema.
Fazer as malas e ir embora: "São várias malas, pois eu tenho cinco filhos... (risos) Não há quente nem frio. Eu sou aquilo que sou e tenho uma só palavra. Ponto. Se o presidente achar que eu devo ficar e se eu achar que nós temos condições para lutar por títulos, obviamente que fico porque gosto muito do FC Porto, gosto muito desta casa e pertenço a esta casa."
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Dou sempre a cara. Dou a cara por uma equipa que deu muito. Não podemos esquecer o que era o FC Porto quando cheguei aqui: sem poder fazer uma aquisição... Este ano temos uma contratação que custou um bocadinho mais e já teve sete vezes o retorno. O resto foi no mercado nacional. Um comentador dizia que eu tinha carta branca no mercado, mas se calhar é carta branca sem cheque. O que fizemos depois do jogo de Vila do Conde... Foi de uma frustração enorme, mas fomos agradecer ao público que tem sido um apoio enorme. Não era por perdermos que íamos virar a cara.
Sub-19 com lugar na equipa principal: Acredito que têm muita vontade de chegar à equipa principal e acredito muito naquilo que é o potencial e o valor deles. Mas atenção que estamos a falar da equipa principal, onde a competitividade é grande, existe enorme experiência e não é a mesma coisa de jogarem sempre com os sub-19. É preciso dar oportunidade e eu já disse ao presidente que faz todo o sentido, pois eu estou atento e ligado ao que se faz nos sub-19, na equipa B, nos sub-17 e até nos sub-15. Sigo a formação. E acho que alguns têm potencial para numa primeira fase estarem connosco e até já dei os nomes. Outra coisa é, num estalar de dedos, terem sucesso amanhã. Isto não é assim. Tem que haver alguma calma naquilo que se sonha, pois o futebol não é fácil no sentido de que nós somos vistos e analisados naquilo que fazemos em termos de resultados. Eu dou este exemplo do jogo com o Rio Ave. Até aos 85' estávamos a fazer um bom jogo, eu era bestial até aos 85' e passei a besta dos 85' aos 93' ou 94'. O futebol é muito isto."
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