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Treinador explica que não deixou o FC Porto por amor ao clube
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Sérgio Conceição explicou esta segunda-feira, na antevisão do jogo de amanhã, com o Antuérpia, que é exigente no FC Porto, não só com os jogadores, mas também com todos os departamentos. Por isso, segundo acrescentou, tornou-a pública depois da derrota com o Estoril. O treinador referiu também que, "num ano crítico" dos dragões teve a oportunidade de sair, mas não saiu.
"Departamentos? Sou exigente comigo primeiro e depois com os outros departamentos. Falei dos lesionados porque foi aquilo que naquele momento me veio à cabeça, em relação à nossa situação. Mas não era em relação ao doutor Nélson Puga, ou a quem dirige o departamento de análise e observação, ou à comunicação... Essa exigência existe aqui todos os dias. Tornei-a pública e isso é como falar dos jogadores. Eu sei que há coisas que têm de ser ditas no balneário, mas às vezes por estratégia e liderança, acho que o devo fazer publicamente. Mas isso sou eu e assumo essa responsabilidade. Não me venham cá é com redes sociais, a dizer que o departamento médico é que os mete a treinar e a jogar. Ando aqui há muitos anos e não preciso disso. A maior prova é que tive a possibilidade de sair e não saí num ano crítico. A cláusula era paga ao FC Porto, mas tenho um grande respeito ao presidente e à instituição. E não é pelo dinheiro que estou aqui", explicou Conceição.
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