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Raymond Gnutti surge pouco depois da hora marcada, num dos corredores das instalações do Monaco. Ele é o presidente do Clube dos Adeptos. Confessamos que a sua figura nos surpreende. Estávamos à espera de um jovem, talvez de cabeça rapada, calça de ganga... Mas não.
À nossa frente está um homem de 50 anos, elegante, cordial, sorridente. Ele é o responsável máximo do Clube de Adeptos - pomposamente designado "Club des Supporters" - há 11 anos e tem, ele e os restantes companheiros, uma forma de estar no futebol. Mas o melhor mesmo é deixar Gnutti ir directamente ao assunto. "Nós, no Monaco, não pactuamos com a violência. Temos enorme respeito pelo trabalho do árbitro e pelo adversário, pelo desporto e pelo 'fair play'."
Mesmo os Ultras contrastam com o contexto em que se enquadram, de forma geral, as claques dos clubes desportivos. Uma diferença que também é explicada por Raymond Gnutti. "Os Ultras são muito mais demonstrativos do que nós. Mas apenas porque são mais jovens."
Ao contrário dos Ultras, o Clube de Adeptos do Monaco é reconhecido pelo Estado monegasco. O presidente de honra e sócio número um é o príncipe Ranieri e o dois, como seria previsível, o filho, Albert, um apaixonado pelo futebol.
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