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Candidato à presidência do FC Porto esclareceu o seu projeto alternativo para a nova infra-estrutura
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André Villas-Boas assume que a nova academia do FC Porto "é um tema quente entre as duas candidaturas" mais mediáticas na corrida eleitoral dos dragões, pois estas têm "visões diferentes".
Questionado por um adepto na sessão de esclarecimento em Santa Maria da Feira, esta sexta-feira, o candidato detalhou a forma como a sua candidatura foi tratando o tema.
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"Há dois anos, como fomos constatando o atraso da academia, a nossa intenção foi preparar hipótese futuras de rápida implementação. Há anos de atraso para recuperar e por isso parece-nos lógico que a criação da academia tenha que ser rápida. O primeiro critério que decidimos aplicar foi o sentido de proximidade ao atual. A primeira chamada que a minha candidatura fez foi ao Sr. Barbosa, uma pessoa conhecida da zona, com vários terrenos no Olival, que nos indicou dois terrenos. Um que estava ligado à família Amorim no passado e outro do qual o próprio e o seu filho eram proprietários. A partir do momento em que vimos estes terrenos chegamos a acordo com o proprietário, um contrato promessa compra e venda que passará para o nome do FC Porto caso esta candidatura seja eleita. Que é o que para nós faz sentido. Temos mais 29 anos de aluguer do Olival. Quando a equipa principal está a treinar é muito raro que o sintético de cima esteja a ser utilizado e o que acontece é que a equipa B esteja a treinar no mini-estádio", esclareceu André Villas-Boas.
Sobre o tema, segundo as informações apuradas por Record, o contrato promessa compra e venda foi firmado com André Amorim, membro da conhecida família.
Para lá do local, o candidato pormenorizou também a sua visão para a utilização dos espaços. Ao contrário de Pinto da Costa, AVB entende que o Olival deve ser utilizado pela formação, com a nova estrutura a receber então a atividade do futebol profissional e também das modalidades profissionais: "O que nos pareceu lógico em termos de futuro é que o futebol profissional esteja ao lado do Olival e o rácio de ocupação de espaços seja mais vantajoso. Há uma taxa de ocupação muito maior assim. Com a formação e futebol feminino no Olival e ao lado um centro de alto rendimento para as equipas profissionais, com dois campos para a equipa principal, um hotel-centro de estágios, um mini-estádio para a equipa B e haverá mais dois campos para a utilização necessária. Acresce que pensávamos também integrar as modalidades profissionais do FC Porto no mesmo espaço, já que ele permite a criação de um pavilhão, pois as infraestruturas a norte estão cada vez mais condensadas. Estamos já em dois pólos distintos e não me parece que faça sentido dividir por um terceiro pólo."
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