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Um dos resultados mais categóricos obtidos pelo FC Porto de André Villas-Boas foi o 5-0 aplicado ao Benfica no Estádio do Dragão, para o campeonato. Um encontro que o antigo treinador dos dragões recorda com tremenda saudade e em que todo o seu portismo veio à tona. Na entrevista ao Porto Canal em que passou em revista essa época de 2010/11 praticamente jogo a jogo, os clássicos com o Benfica tiveram especial gosto.
Vitória por 5-0 no Dragão na 1.ª volta do campeonato
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"Passámos a semana toda em preparação tática mas também ambiente. Eu, o presidente e o Antero tínhamos particular gosto em provocar. No jogo, em quatro oportunidades marcámos três golos. Ao intervalo, com 3-0, em vez de acalmar estávamos lançados para uma segunda parte de rebentar. Eles travaram o ímpeto inicial mas depois vem o 4-0 e o quinto e eu... desejava uma oportunidade para ser 6-0 (risos). Tinha assistido à Supertaça na Luz [n.d.r.: 0-5 no Benfica-FC Porto em 1996], estava em Lisboa a estudar. Sentei-me na Luz sozinho a ver os golos a entrar, a roer-me para festejar. [No jogo de 2010] Quando entrou o quinto já estava aquela coisa em mim, 'tem de ver um 6-0 ao Benfica'. O estádio e o banco estavam em tal êxtase... Queria muito que entrasse o 6-0."
Derrota por 0-2 na 1.ª mão das 'meias' da Taça
"Primeira vez que senti a cidade do Porto negativa contra mim. Custou-me. Primeira vez que entrei no café e uma uma senhora até me disse 'Então míster, não pode ser, perder com o Benfica em casa?' Senti-me enojado. No fim desse jogo o presidente foi ao balneário e isso teve importância. Encontrei-o no túnel e percebi o impacto de algo que não pode acontecer."
Vitória por 2-1 na Luz e conquista do campeonato
"Campeão na Luz? O sonho de carreira realizado. Mais do que o efeito Liga Europa. Ser campeão nacional no FC Porto ultrapassa qualquer coisa. Foi a loucura total. Presidente estava em êxtase, lembro-me da frase dele 'apagaram a Luz, ficaram as trevas'. Historicamente foi um bom presente para ele."
Vitória por 3-1 na Luz na 2.ª mão das 'meias' da Taça
"Reviravolta na Taça foi inexplicável. (...) Tínhamos falado que o primeiro golo era fundamental e que seria arrebatador para o Benfica. Chegámos ao intervalo 0-0 e fizemos referência à importância de marcar primeiro mas tinham passado 45 minutos e nada. Só aconteceu aos 60 e tal minutos, dando início ao medo total no adversário. Depois vieram os outros. Depois inventaram o penálti que dá o 3-1."
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