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Candidato à presidência do FC Porto fala ainda de Angelino Ferreira, o homem que propôs para a presidência do Conselho Fiscal e Disciplinar
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Cerca de duas centenas de adeptos ouvem, este sábado, André Villas-Boas na Casa do FC Porto de Espinho. No discurso inaugural, o candidato à presidência dos dragões voltou a falar do atual presidente.
"O legado de Pinto da Costa é um fardo de responsabilidade e exigência para com a nova direcção. Daí que faça questão de andar com estas taças [da Champions e da Liga Europa] para todo o lado, para que possa corresponder sempre às exigências", afirmou Villas-Boas, que se fez acompanhar, nesta visita, pelo homem que propôs para presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar.
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"A passagem de Angelino Ferreira pelo FC Porto foi uma altura em que as contas eram feitas à moda do Porto, eram direitas", afirmou.
Villas-Boas, de resto, explicou que, antes de decidir visitar as Casas do FC Porto espalhadas pelo Mundo, foi à de Espinho que se dirigiu primeiro, ainda de forma informal. "As casas estavam com algum receio em abrir as portas, felizmente isso mudou e o FC Porto hoje em dia está aberto para conversa", sublinhou.
E prosseguiu com outro tema: "O coração do FC Porto está na direcção desportiva, é onde vamos fazer mudanças claras e evidentes. Tem de haver maior planeamento e rigor e vamos ter de reestruturar plantéis nos mais variados escalões."
Abertura: "O FC Porto nem sempre esteve aberto a debate. Que esta dinâmica se mantenha no futuro, em sede de AG. É importante que dentro do espírito do associativismo que vocês também marquem diferença para o futuro. Aproveitar esta onda para construir o futuro do FC Porto. A comunicação entre casas e entre sócios sempre foi deficiente ao longo dos últimos anos. Agora renasceu. Felizmente as casas viveram pelo esforço único das suas direcções, por um amor singular ao FC Porto, mas com muito pouco apoio da casa mãe."
Gestão: "Nos últimos 12 anos o clube caminhou para um ponto cada vez mais negro. O que temos feito é falar com a banca internacional para renegociar a dívida com taxas de juro mais baixas. Grande parte das receitas estão antecipadas, o que significa que o FC Porto não tem dinheiro para operar o seu dia-a-dia e tem que antecipar receitas futuras para o fazer. Acrescentamos 250 milhões de euros ao nosso passivo, é uma montanha para recuperar, obriga a muito critério e a uma equipa de gestão muito séria e competente."
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