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Arguido na Operação Pretoriano diz ter receio do que lhe possa acontecer
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Vítor Catão revelou ter sido ameaçado e insultado por elementos afetos aos Super Dragões depois de ter abandonado o Tribunal de São João Novo, no Porto, onde decorreu esta segunda-feira a primeira sessão do julgamento da Operação Pretoriano.
Tudo terá acontecido nas imediações do tribunal, mais concretamente perto do Mercado Ferreira Borges, mas já afastado da zona onde havia proteção policial, pelo que Vítor Catão e a sua advogada se viram obrigados a voltar para trás para pedir ajuda. "Conheci-os, como é óbvio. Tenho receio, claro, e a polícia tem de me dar proteção. Tenho de pedir desculpa à CMTV e à SIC daquilo que eu disse, mas eu não sou uma pessoa violenta, sou do FC Porto simplesmente. Não tenho nada a ver com os Super Dragões, nem nunca fui", referiu Vítor Catão, ele que está em regime de prisão domiciliária.
De recordar que a PSP fechou várias ruas nas imediações do tribunal de forma a evitar a presença de pessoas que pudessem impedir o normal funcionamento da sessão.
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