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Treinador fez a defesa do seu balneário e projectou a ambição de segurar o galo no poleiro
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O técnico César Peixoto reconhece que “o Gil Vicente não está a atravessar a fase de melhor brilhantismo” por força da ausência de triunfos nas últimas três jornadas, mas foi ágil a projectar os predicados daquela que é a equipa sensação da Liga Betclic para fazer a defesa do seu balneário, bem como sustentar a esperança de regressar aos triunfos na visita ao Casa Pia.
”Nos últimos jogos as coisas não se desenrolaram com um estilo tão atraente, mas o campeonato não é um sprint. A equipa tem vincado a sua fibra e acho que não faz sentido qualquer crítica a quem, como é o caso do Gil Vicente, está no 4º lugar à passagem da 13ª jornada com apenas três derrotas e soma nove jogos sem sofrer golos. Os nossos adeptos têm é de estar felizes e perceber que isto é uma maratona. Continuamos a ser competitivos, consistentes, humildes e é desta forma que de certeza vamos ser felizes”, justificou César Peixoto.
Voto de confiança no plano que está a ser executado, bem como nas alternativas à disposição, embora sem impedir o técnico de aumentar a fasquia competitiva que o Casa Pia vai proporcionar, até porque considera que “é uma equipa com potencial cuja classificação não reflete a qualidade que possui”.
“Os últimos três jogos foram fora da matriz, mas nunca deixámos de ser competitivos e mostrámos fibra quando foi preciso, pelo que é importantíssimo não olhar para a classificação, também porque não temos sido muito felizes frente a equipas que estão nesta condição, mas porque sabemos que vão tentar contrariar muito. Faz parte do jogo, só que o Gil Vicente tem capacidade e qualidade para lutar pelos três pontos e é isso que pretendemos obter nesta jornada”, asseverou César Peixoto, garantindo confiança nas alternativas à disposição para colmatar as ausências esperadas: “É bom para o Gil Vicente ter jogadores seleccionáveis e compete-me arranjar soluções. Perdi muito tempo no início da época a montar a equipa e um dos segredos do nosso desempenho não tem sido o onze inicial, mas sim a qualidade que aporta quem sai do banco”.
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