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"O futebol sempre foi uma grande paixão" para Vítor Pimenta, fisioterapeuta do Gil Vicente. Com 29 anos, orgulha-se de já ter vestido a camisola do Benfica, o adversário de hoje da equipa que agora representa. "Aos 10 anos fui a um treino de captação no Varzim e fiquei. Depois, aos 15, comecei a ganhar dinheiro e a viver do futebol, quando fui para Lisboa jogar no Benfica", contou.
Desses tempos, não esconde a admiração que tinha pelo lateral-direito Veloso. "Jogava na mesma posição que ele. Também gostava muito de ver o Ricardo Gomes, o Mozer, o Bento e o Mats Magnusson", recordou Vítor Pimenta, que hoje vai torcer pelo clube de Barcelos: "Ser fisioterapeuta é como ser jogador ou mesmo treinador. Representa-se um clube e sofre-se por ele. O pior é estar no banco, onde os nervos estão mais à flor da pele."
"No jogo desta noite, os jogadores do Benfica vão querer mostrar o valor que têm ao novo treinador. Só conheço o Camacho pelo que fez na selecção espanhola, mas para ter sido contratado pelo Benfica é porque é bom treinador", disse sobre o Benfica actual.
Contudo, o fisioterapeuta do Gil Vicente também jogou noutro 'grande', igualmente na formação. Vítor Pimenta abandonou o clube da Luz para representar os rivais do Sporting. "Qualquer jogador sonha em vir a jogar num grande clube do seu país. Eu tive a felicidade de passar por dois", congratulou-se.
A chegada ao clube de Barcelos para fisioterapeuta pôs fim a uma carreira de futebolista que, a nível dos seniores, teve o seu auge quando representava o Pedras Rubras e conseguiu a subida da 3ª para a 2ª divisão B, na temporada de 2000/01. E confessa: "Apesar de ainda me sentir em condições para jogar mais quatro ou cinco anos, optei por uma carreira de futuro. Não foi uma decisão difícil, pois já vinha a preparar-me mentalmente para um dia colocar um ponto final na minha carreira de jogador. Na temporada passada consegui conciliar as duas coisas e ainda jogava no Pedras Rubras."
Apesar de confessar que não tem grandes planos para o futuro, Vítor Pimenta revela que, "como qualquer jogador, um fisioterapeuta também tem ambições". E concluiu: "Nesta altura os meus objectivos passam pelo Gil Vicente. No entanto, quero aprender e evoluir, para o caso de surgir o interesse de um grande clube."
Vantagem
"O facto de ter sido jogador é uma vantagem que tenho para cumprir as minhas funções de fisioterapeuta. Apercebo-me mais facilmente, pela reacção do jogador, qual o tipo de lesão que contraiu e o tipo de dores que está a sentir no momento."
Solidariedade
"Estou solidário com o Ali, com o Manoel e com o Ivo que, devido a lesão, não vão poder jogar, hoje, diante do Benfica. Sei o que estão a atravessar e o quanto gostariam de poder jogar no Estádio da Luz. As lesões são sempre chatas, mas o pior é ter que ficar de fora."
Pior momento
"O pior momento da minha carreira enquanto jogador foi uma lesão na perna esquerda que me afastou dos relvados por um período de quatro meses. Jogava no União de Coimbra e foi um período da minha vida para mais não recordar."
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