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Futebolista pediu a todos os nacionalistas para não desistirem do clube
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Rúben Micael, capitão do Nacional, despede-se quarta-feira do futebol profissional. Será a última partida na Liga NOS, com o médio a utilizar o Facebook para um adeus emotivo e uma mensagem para os adeptos nacionalistas. É um adeus anunciado, mas sem os aplausos merecidos do público nacionalista, face a uma era COVID-19, que não permite ter espetadores no Estádio da Madeira, na Choupana.
"Estou a pouco mais de 24 horas de terminar a minha carreira... Não consigo expressar o que me vai no coração. Caem-me as lágrimas ao escrever mas tenho noção que um dia teria que acontecer. Quero agradecer a todos, sem exceção, o facto de me terem aturado todos estes anos", começa por escrever.
Para a "história" ficam oito títulos conquistados: Uma Liga Europa, dois títulos nacionais, duas Taças de Portugal, uma Taça da Liga e duas Supertaças. Com a camisola da seleção portuguesa, somou 16 internacionalizações, apontado dois golos na estreia frente à Finlândia. Na Madeira, para além das cores nacionalistas, também representou o União, emblema onde fez toda a formação, envergando depois a camisola dos seniores. Vestiu as cores do FC Porto, Real Saragoza (Espanha), SC Braga, Shijiazhuang (China), Maccabi Tel Aviv, Paços de Ferreira e V. Setúbal.
Costela nortenha
Na hora da despedida, o futebolista que despertou para a modalidade no começo da década de 90, brilhando no Estreito de Câmara de Lobos, destacou os melhores momentos vividos ao longo da sua carreira. A sua transferência do Nacional para o FC Porto rendeu aos cofres nacionalistas, cinco milhões de euros. No União, Rúben Micael elogia o clube pela sua formação como homem e jogador, destacando depois os Dragões pelos títulos ganhos e admitindo que passou a ter uma costela nortenha. No Sp. Braga, onde venceu uma Taça da Liga, um título que lhe faltava, destacou um enorme grupo de jogadores que ajudaram os minhotos a crescer.
Momento único na seleção portuguesa
O médio ofensivo relembrou depois o momento da estreia com a camisola das quinas e o facto de marcar dois golos, o que considerou como um momento único e inesquecível. Recorda que essa seleção chegou às meias-finais no Europeu e só perdeu nos pênaltis: "Representar a seleção foi maravilhoso".
Enorme Nacional
E como os últimos são sempre os primeiros, Rúben Micael deixou para o fim, o Nacional, clube onde amanhã, frente ao Rio Ave, irá terminar a sua carreira. E destacou a estreia na Liga portuguesa, para além do primeiro golo apontado frente ao Paços de Ferreira. Sobre os pacenses, destaca o presidente Paulo Meneses, um homem muito sério, num clube humilde.
Ainda com as cores alvinegras recorda os dois jogos frente ao Zenit e que valeram a qualificação dos nacionalistas na Liga Europa: "Só um Nacional enorme é que conseguiu passar à fase de grupos". Mas deixou também uma mensagem muito forte aos adeptos alvinegros, pois sem eles, esse momento histórico, não teria sido possível. Jogar na fase de grupos "foi memorável. Jamais irei esquecer". Também de alegria, chorou quando voltou aos nacionalistas e alcançou a subida à principal Liga do futebol português.
Mensagem aos adeptos
Por último, o capitão deixou uma mensagem forte aos adeptos nacionalista, na hora do adeus ao futebol: "Infelizmente voltámos a cair mas gostaria de pedir a todos os NACIONALISTAS que não desistam do clube. Vamos voltar mais fortes na próxima temporada. Um obrigado a todos vós". E será que esse voltar à principal Liga portuguesa terá Rúben Micael como Diretor Desportivo ou em outro cargo no futebol nacionalista? Fica a dúvida e só Rúben Micael poderá responder…
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