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O Rio Ave será a última paragem de Fábio Coentrão em Portugal. O vila-condense, que fará 31 anos em março, tenciona acabar a carreira no clube que o formou ou, em alternativa, jogar mais duas temporadas no estrangeiro, antes de pendurar as botas, aos 33. Um eventual regresso ao Sporting está colocado de parte, a despeito de Coentrão, no final do jogo de segunda-feira, ter manifestado, mais uma vez e sem surpresa, simpatia clubística pelos leões.
Contactado esta terça-feira pelo nosso jornal, o internacional português começa por sublinhar o enorme respeito pelo Rio Ave e a ligação afetiva que existe há muitos anos, razão pela qual decidiu voltar no verão, abdicando para isso de uma época de contrato com o Real Madrid e, sabe Record, de uma verba a rondar 1 milhão de euros.
"Se há clube que eu amo desde que nasci, e nunca saiu do meu coração, é o Rio Ave. Tanto assim é que todas as pessoas que me são próximas sabem que eu, para ir para o Rio Ave, perdi muito, muito dinheiro. Se alguém faz isto para jogar no Rio Ave, é sinal que tem de gostar do clube. Está na cara, nem tem discussão", conclui Coentrão, recusando-se, porém, a confirmar valores.
E prossegue, sobre Sporting e Benfica, em exclusivo a Record: "Como já disse, não vou jogar em mais nenhum clube dos chamados grandes em Portugal. Disso tenho a certeza. Ou acabo no Rio Ave ou vou para fora mais dois anos. Estou muito grato ao Sporting, como estou grato também ao Benfica, por tudo o que fez por mim quando lá estive. Estou de consciência tranquila. No tempo que estive no Benfica dei sempre tudo aquilo que tinha. O Benfica ajudou-me e eu ajudei o Benfica. Quanto ao Sporting, é e será sempre, a partir de agora, o clube que eu hei de acompanhar para o resto da minha vida", assume.
Ainda a propósito das declarações no final do Rio Ave-Sporting, Coentrão vai um pouco mais longe, de modo a desfazer equívocos. "Acho que é perfeitamente normal cada um de nós ter um clube da terra e gostar de um grande. Quando falei do Sporting, estava a referir-me a isso, nunca metendo em causa o amor que tenho pelo Rio Ave. Isso seria impossível. Aliás, não me lembro de alguém em Portugal ter feito o que eu fiz este ano, ao adbicar do que abdiquei para poder cumprir o sonho de voltar a jogar no clube das minhas origens", finaliza Coentrão.
Por Vítor Almeida GonçalvesTreinador dos vilacondenses sublinhou rendimento dentro e fora do campo antes da receção ao Alverca
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